O artista britânico Stuart Semple perdeu um processo na França por causa da sua tinta chamada “Easy Klein Incredibly Kleinish Blue”. Um juiz decidiu que a tinta de Semple infringiu a marca registrada do artista Yves Klein e o condenou a pagar €16.000 em danos e honorários legais. Semple não sabia que o processo tinha sido iniciado e afirmou que não recebeu tentativas de contato, apesar do que os documentos do tribunal alegam. O processo foi movido por Yves Amu Klein, filho do artista, e pela empresa que detém a marca de Yves Klein. Semple lançou sua tinta em 2021, após dez anos de desenvolvimento. Ele também desafiou marcas registradas de outras cores famosas, como o rosa da Barbie e o preto Vantablack. Os compradores de “Easy Klein” têm um mês para adquirir o produto antes que Semple enfrente multas de €400 por cada venda feita após esse período.
O artista britânico Stuart Semple foi condenado a pagar €16.000 (cerca de R$ 82 mil) após perder um processo judicial na França. A decisão foi proferida por um juiz francês, que considerou que a tinta “Easy Klein Incredibly Kleinish Blue” infringiu a marca registrada do artista Yves Klein. Semple não foi notificado previamente sobre a ação.
A ação foi movida por Yves Amu Klein, filho do artista conceitual, e pela empresa Blue Bay Limited, que detém a marca internacional de Yves Klein. Semple, que lançou sua tinta em 2021 após uma década de desenvolvimento, afirmou não ter conhecimento do processo. Ele declarou: “É tão estranho, porque se você ler os documentos do tribunal, eles dizem que tentaram me contatar várias vezes desde 2022. Mas a verdade é que não o fizeram.”
Além da condenação, o artista terá um prazo de dois meses para apelar da decisão. A venda da tinta “Easy Klein” será interrompida, e os compradores terão um mês para adquirir o produto antes que Semple enfrente multas de €400 (aproximadamente R$ 2 mil) por cada venda realizada após o prazo.
Semple é conhecido por desafiar marcas registradas, incluindo a cor rosa da Barbie e o Vantablack, tinta considerada a mais escura do mundo, de Anish Kapoor. A disputa em torno da tinta “Easy Klein” destaca a complexidade das questões de propriedade intelectual no mundo da arte.
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