Mais de 330 músicos, incluindo Olly Alexander e Charli XCX, assinaram uma carta aberta em apoio à comunidade trans, criticando a recente decisão da Suprema Corte do Reino Unido que define mulher com base no sexo biológico. A decisão, que foi apoiada pelo primeiro-ministro Sir Keri Starmer, gerou protestos e ações da comunidade trans e seus aliados. A carta, organizada por Tom Rasmussen e Tom Mehrtens, destaca a importância da diversidade na indústria musical e pede que artistas e executivos trabalhem para proteger colegas e fãs trans, não-binários e intersexuais de discriminação. Os signatários também pedem que organizações da indústria musical se unam para condenar a decisão da Suprema Corte.
Mais de 330 músicos britânicos, incluindo Olly Alexander e Charli XCX, assinaram uma carta aberta em apoio à comunidade trans, criticando a recente decisão da Suprema Corte do Reino Unido. Em 16 de abril, a corte determinou que a definição de mulher é baseada no sexo biológico, excluindo pessoas com Certificado de Reconhecimento de Gênero (GRC) feminino da definição de mulher sob a Equality Act 2010.
A decisão gerou protestos e ações comunitárias nas semanas seguintes, com apoio de artistas e figuras públicas. O primeiro-ministro Sir Keir Starmer manifestou apoio à decisão, o que intensificou a controvérsia. A carta, organizada por Tom Rasmussen e Tom Mehrtens, destaca que a indústria musical britânica é um espaço vibrante e inclusivo, onde pessoas trans, intersexuais e não-binárias têm um papel fundamental.
Os signatários pedem que a indústria musical tome medidas urgentes para proteger seus colegas e públicos trans, não apenas em estúdios, mas também em festivais e eventos. A carta conclama organizações do setor, como PRS for Music e BPI, a se unirem na condenação da decisão da Suprema Corte. Entre os artistas que assinaram estão Shygirl, Mura Masa, Jessie Ware e Paloma Faith.
A carta também sugere ações práticas para apoiar a comunidade trans, promovendo um ambiente mais acolhedor e justo na indústria musical. A mobilização reflete um momento crucial para amplificar vozes que precisam ser ouvidas e garantir que a diversidade continue a ser celebrada.
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