Ney Matogrosso, ícone da música brasileira, teve sua vida retratada no filme “Homem com H”, que estreia nos cinemas. A cinebiografia mostra sua trajetória desde a infância em Bela Vista, no Mato Grosso do Sul, até a fama em São Paulo, abordando seus desafios pessoais e sua sexualidade. O ator Jesuíta Barbosa se dedicou intensamente para interpretar Ney, realizando testes e se preparando fisicamente e emocionalmente para o papel. Ele se encontrou com Ney, acompanhou seus shows e trabalhou na construção do personagem. O diretor Esmir Filho destacou a generosidade de Ney ao compartilhar sua história e a importância de retratar sua vida de forma sincera. O filme também explora a relação de Ney com sua família, especialmente com sua mãe, e inclui momentos marcantes de sua carreira, como sua atuação com os Secos e Molhados. A produção, que custou cerca de R$ 18 milhões, promete trazer uma nova perspectiva sobre a vida de Ney, mostrando sua luta por liberdade e expressão.
A cinebiografia “Homem com H”, que retrata a vida de Ney Matogrosso, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 1º de maio. Dirigido por Esmir Filho, o filme narra a trajetória do cantor desde sua infância em Bela Vista, Mato Grosso do Sul, até sua ascensão à fama em São Paulo, abordando seus desafios pessoais e sua sexualidade.
O ator Jesuíta Barbosa se dedicou intensamente para interpretar Ney, realizando testes e encontros com o cantor. “Ele exalava esse perfume do Ney”, afirmou Esmir, destacando a conexão entre os dois. A preparação incluiu três meses de treinamento vocal e físico, além de uma significativa perda de peso. Ney participou ativamente do processo, contribuindo com suas memórias e experiências.
A obra também explora a relação de Ney com sua família, especialmente com sua mãe, Beita de Souza Pereira, que, aos 103 anos, ainda é uma figura importante em sua vida. O filme aborda a repressão que Ney enfrentou devido à orientação sexual e os impactos da epidemia de HIV em sua vida e na de seus amigos.
“Homem com H” não se limita a contar a história de um artista, mas também reflete sobre a liberdade de ser quem se é. O diretor Esmir Filho ressaltou que a narrativa é uma celebração da vida de Ney, que sempre desafiou normas sociais. A produção, com um investimento de R$ 18 milhões, promete trazer uma nova perspectiva sobre a vida de um dos ícones da música brasileira.
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