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Reginaldo Faria lança álbum de violão e reflete sobre sua trajetória artística

Reginaldo Faria, ator e roteirista, lança álbum "Violão" e reflete sobre sua carreira e timidez musical.

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Reginaldo Faria, ator e roteirista famoso por suas novelas e filmes, lançou recentemente um álbum chamado “Violão”, que traz composições instrumentais que ele criou ao longo dos anos. Apesar de sua carreira de sucesso, Faria sempre foi tímido para se apresentar em público e costumava tocar apenas para amigos e família. Ele começou a tocar violão na infância, incentivado por seu irmão, e teve aulas com um professor que o encorajou a se apresentar, mas isso o deixou nervoso. O álbum, gravado há cerca de dez anos, é um registro simples e cru de suas músicas, que incluem títulos como “Romance” e “Dia dos namorados”. Faria também compartilhou histórias de sua vida, como ter recebido violões de Pelé e Daniel, e sua amizade com artistas como Nara Leão. Ele tem mais de 60 músicas compostas e planeja lançá-las em um caderno, mas não pretende fazer shows por conta de sua timidez e dificuldades em tocar atualmente.

Reginaldo Faria, ator e roteirista, lançou recentemente o álbum “Violão”, que apresenta composições instrumentais criadas ao longo de sua carreira. O disco foi disponibilizado nas plataformas de streaming na última sexta-feira e marca uma nova fase na trajetória do artista, que é conhecido por seu trabalho em novelas da TV Globo e no cinema.

Aos oitenta e sete anos, Faria reflete sobre sua carreira e a importância do álbum. Ele menciona que sempre tocou violão, mas apenas para amigos e familiares, devido à sua timidez em se apresentar publicamente. O ator revelou que começou a tocar violão na infância, incentivado pelo irmão, o cineasta Roberto Farias. Ele se aprofundou no estudo do instrumento aos dezenove anos, com aulas de Antônio Rebello.

O álbum “Violão” foi gravado há cerca de dez anos e contém temas como “Romance”, “Estudo para violão” e “Dia dos namorados”. Faria descreve o trabalho como um registro cru, com sons naturais do instrumento. Ele se considera um compositor intuitivo, que se deixa levar pela inspiração ao tocar.

Além de sua carreira musical, Faria expressou satisfação com o Oscar de filme estrangeiro concedido a “Ainda estou aqui” (2024), de Walter Salles, que aborda a tortura durante a ditadura militar. Ele acredita que o filme é relevante no contexto atual, citando preocupações com a democracia no Brasil.

O artista também compartilhou histórias de sua juventude, incluindo encontros com figuras icônicas da música brasileira, como Nara Leão e Ney Matogrosso. Faria possui cerca de sessenta músicas compostas e planeja lançá-las em um caderno, embora não tenha planos de realizar shows devido à sua atual condição física.

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