Louise Nevelson, uma artista famosa, está no centro de uma disputa sobre a autenticidade de uma de suas esculturas. Arne Glimcher, que foi seu representante, declarou que a obra, que estava prestes a ser leiloada, não era autêntica. O consórcio da escultura processou a Pace Gallery, alegando que Glimcher fez essa afirmação para controlar o mercado da artista. Em 1993, Glimcher avaliou a escultura como autêntica, mas quase 30 anos depois, disse que ela foi montada pelo filho de Nevelson. O consórcio alega que Glimcher fez essa mudança de opinião para proteger sua influência no mercado de Nevelson. A galeria Pace não nega que Glimcher fez a ligação para a casa de leilões, mas afirma que considerou cuidadosamente a autenticidade da obra. O caso está em andamento, e o consórcio busca mais de um milhão de dólares em danos. A escultura permanece guardada em Filadélfia, e ainda não há data marcada para o julgamento.
Louise Nevelson, artista renomada, enfrenta uma disputa de autenticidade envolvendo uma escultura que deveria ser leiloada na Sotheby’s em maio de 2022. O antigo representante da artista, Arne Glimcher, declarou a obra como inautêntica, levando o consórcio da escultura a processar a Pace Gallery por interferência na venda.
O consórcio, que representa a herança do colecionador Hardie Beloff, alega que Glimcher, que havia avaliado a escultura em 1993, mudou sua posição para manter controle sobre o mercado de Nevelson. O processo, movido em abril de 2022, destaca que Glimcher informou à Sotheby’s que a escultura não seria incluída em um catálogo raisonné, o que prejudicou a venda.
A escultura, feita com caixas autênticas de Nevelson, foi avaliada entre R$ 500 mil e R$ 700 mil. Após a consignação, Maria Nevelson, neta da artista, tentou incluir a obra em uma exposição, mas Glimcher alertou que não seria vendida. O advogado da Pace, Luke Nikas, afirmou que a galeria considerou cuidadosamente a autenticidade da obra antes de sua avaliação.
O processo também revela que Glimcher havia avaliado a escultura como de “qualidade medíocre” em 1993. A mudança repentina em sua avaliação é vista como uma tentativa de consolidar sua influência sobre o legado de Nevelson. O caso avança, com o consórcio buscando mais de R$ 1 milhão em danos. A disputa legal ocorre em um momento em que a obra de Nevelson está sendo celebrada em várias exposições importantes.
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