Amanda Seyfried, atriz conhecida por seus papéis em filmes e séries, é apaixonada por audiolivros, que a acompanham em atividades como crochê e tricô. Ela está prestes a estrear na minissérie “Long Bright River”, que chega ao serviço de streaming Max no dia 8 de maio. Na série, Seyfried interpreta Mickey Fitzpatrick, uma policial que investiga uma série de assassinatos em Kensington, Filadélfia. A atriz expressa suas inseguranças sobre o papel, especialmente por ser a primeira vez que interpreta uma policial. Ela destaca que Mickey é uma personagem emocionalmente conectada, mas que não confia em ninguém, o que contrasta com sua própria personalidade. Seyfried também se identifica com a luta de Mickey como mãe solo, tentando equilibrar a criação do filho com o trabalho. Ela acredita que a série pode ajudar a mudar a percepção sobre as pessoas que enfrentam dificuldades, lembrando que todos podem estar a uma escolha de distância de uma situação complicada.
Amanda Seyfried, atriz conhecida por seus papéis em cinema e televisão, estreia na minissérie Long Bright River no dia 8 de maio na plataforma Max. A série é uma adaptação do best-seller de Liz Moore e traz Seyfried como Mickey Fitzpatrick, uma policial que investiga uma série de assassinatos em Kensington, Filadélfia.
Mickey, que cresceu na região, se depara com a indiferença do sistema em relação às vítimas, em sua maioria mulheres viciadas e prostitutas. Seyfried expressa suas inseguranças sobre o papel, afirmando que esta é a primeira vez que interpreta uma policial. Ela destaca que a força da personagem não está na aparência física, mas na conexão emocional que estabelece com as pessoas.
A atriz revela que, ao vestir o uniforme, sentiu uma mudança em sua postura e comportamento. “Quando parei de ficar intimidada pelo uniforme, percebi que são todos apenas seres humanos tentando fazer seus trabalhos,” comenta. Seyfried também observa que Mickey é muito diferente dela, especialmente em relação à confiança nas pessoas.
Desafios Pessoais
Além da investigação, Mickey é mãe solo de Thomas, o que traz um novo nível de complexidade à sua vida. Seyfried se identifica com essa luta, mencionando a culpa que sente como mãe. “Quando se tem filhos, isso muda tudo,” afirma. A atriz agora é mais seletiva em relação aos papéis que aceita, priorizando projetos que se alinhem com suas responsabilidades familiares.
Ela acredita que a série pode ajudar a mudar a percepção sobre as pessoas que vivem em situações difíceis, ressaltando que “não somos tão diferentes de quem está naquela situação.” Seyfried espera que a narrativa de Long Bright River promova uma reflexão sobre empatia e compreensão em relação a essas vidas.
Entre na conversa da comunidade