No remake de “Vale Tudo”, a personagem Solange Duprat, agora interpretada por Alice Wegmann, continua a representar uma mulher moderna e independente, assim como na versão original de 1988, com Lídia Brondi. Recentemente, Solange ficou indignada com uma tentativa de suborno de sua sogra, Odete Roitman. Odete ofereceu um emprego em troca de ajuda para convencer Afonso a se mudar para Paris. A frase “eu sou resistência”, dita por Solange, gerou polêmica e foi criticada por muitos, que a associaram a partidos de esquerda e consideraram a abordagem da autora, Manuela Dias, simplista. Algumas pessoas acharam que a frase não fazia sentido no contexto da conversa entre sogra e nora. Apesar das críticas, a atuação de Alice foi bem recebida. A autora parece ter tentado trazer questões políticas para a trama, mas muitos acreditam que isso não deve ser o foco principal da história.
Desde a estreia de “Vale Tudo” em 1988, a personagem Solange Duprat, interpretada por Lídia Brondi e agora por Alice Wegmann, representa a mulher moderna e independente. No capítulo exibido na terça-feira, 6, Solange se revolta ao ser abordada por sua sogra, Odete Roitman (Debora Bloch), que tenta suborná-la. A proposta envolve um emprego em uma revista internacional em troca de persuadir Afonso (Humberto Carrão) a se mudar para Paris.
A frase “eu sou resistência”, dita por Solange, gerou polêmica nas redes sociais. Associada a partidos de esquerda, como o PSol, a expressão rapidamente viralizou, mas não da forma esperada. Críticos apontaram que a abordagem da autora, Manuela Dias, foi maniqueísta e inadequada para a situação. Um usuário do X comentou: “Se ela estivesse numa manifestação, faria sentido. Mas conversando com a sogra?!”
A recepção da cena destaca um desvio entre a intenção da autora e a percepção do público. Enquanto a interpretação de Alice Wegmann foi elogiada, a tentativa de engajamento político na trama foi vista como forçada. A crítica sugere que a autora deve focar mais na narrativa e menos em “lacrar” nas redes sociais. O engajamento deve ser uma consequência, não a causa da história.
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