Thom Yorke e Mark Pritchard lançaram um álbum chamado “Tall Tales”, que fala sobre a confusão da vida moderna. Junto com o álbum, um filme do mesmo nome, criado por Jonathan Zawada, será exibido em cinemas no dia 8 de maio, um dia antes do álbum ser lançado. O filme tem vídeos para cada música e apresenta uma história visual única. Ele mistura cenas estranhas e coloridas, como humanos dançando e braços robóticos pintando paisagens, com imagens em preto e branco de crianças. O projeto é resultado de cinco anos de trabalho e reflete a inquietação da vida atual. Yorke e Pritchard têm uma longa parceria que começou em 2011, e durante a pandemia, eles começaram a trabalhar juntos em novas músicas. O processo criativo foi descontraído, com eles trocando ideias e demos por e-mail e Zoom. Zawada, que já colaborou com Pritchard antes, fez vídeos para cada faixa, criando uma narrativa de um personagem em uma ilha estranha. O filme é diferente do álbum, mas ambos capturam a mesma sensação de desorientação. As músicas têm letras profundas e emocionais, e a voz de Yorke traz uma sensação de inquietação. O filme combina diferentes estilos visuais, refletindo a diversidade da música. O projeto também tem momentos de beleza, como a música “The Spirit”, que encerra o filme. Pritchard comentou que a possibilidade de levar a música para os palcos depende da agenda de Yorke, que é muito ocupada. Por enquanto, os fãs podem explorar o mundo de “Tall Tales”.
Thom Yorke e Mark Pritchard lançam o álbum “Tall Tales” no dia 9 de maio, um dia após a exibição do filme homônimo, que ocorrerá em cinemas de todo o mundo no dia 8 de maio. O projeto, que inclui vídeos para cada faixa do álbum, foi criado pelo artista australiano Jonathan Zawada e apresenta uma narrativa visual inovadora.
O filme “Tall Tales” é descrito como uma obra surreal e desorientadora, com duração de uma hora. Ele reflete a complexidade da vida moderna e o trabalho colaborativo de Yorke e Pritchard, que se estende por mais de uma década. A relação entre os dois começou em 2011, quando Pritchard remixou a música “Bloom” do Radiohead.
Durante a pandemia, Yorke e Pritchard trocaram demos, levando à criação do álbum. Pritchard destacou que o processo criativo foi relaxado, embora ambos tenham sido cautelosos em relação ao que poderiam produzir juntos. A ideia de um filme surgiu gradualmente, com Zawada buscando criar algo visualmente interessante para cada música.
Narrativa Visual
Zawada utilizou uma combinação de clipes em preto e branco de crianças e animações coloridas para compor o filme. Ele explicou que a diversidade estética reflete a sonoridade variada do álbum, que transita entre diferentes estilos musicais. O filme apresenta uma estrutura narrativa onde um personagem explora uma ilha estranha, ativando os vídeos de cada faixa.
As músicas do álbum, como “The White Cliffs”, abordam temas de ansiedade e desorientação, comuns na obra de Yorke. Pritchard comentou sobre a necessidade de interlúdios no filme, que servem como uma pausa entre as músicas mais pesadas.
Futuro da Colaboração
Embora Pritchard tenha se mostrado aberto a levar o projeto para os palcos, ele ressaltou que a decisão depende da agenda de Yorke, que é bastante ocupada. Por enquanto, os fãs podem se preparar para mergulhar no mundo de “Tall Tales”, que promete ser uma experiência única e reflexiva sobre a realidade contemporânea.
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