Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dean Fleischer Camp destaca diferenças entre o live-action e a animação de Lilo & Stitch

O remake em live-action de "Lilo & Stitch" promete explorar mais o vínculo entre Nani e Lilo. Estreia em 22 de maio.

0:00
Carregando...
0:00

O diretor Dean Fleischer Camp falou sobre as mudanças no remake em live-action de “Lilo & Stitch”, que estreia em 22 de maio. Ele explicou que o novo filme vai se concentrar mais na relação entre Nani e Lilo e que a comédia e a violência foram adaptadas para o formato live-action. Fleischer Camp comentou que, enquanto na animação é mais fácil fazer cenas engraçadas com acidentes, no live-action é mais complicado. Ele destacou a importância de retratar de forma realista a relação entre as irmãs, especialmente em momentos difíceis, como quando Lilo é ameaçada de ser separada de Nani. O filme original, lançado em 2002, fez sucesso nas bilheteiras, arrecadando US$ 273 milhões. O remake é uma das apostas da Disney para este ano e já recebeu bastante atenção em campanhas de marketing, incluindo um comercial durante o Super Bowl.

Dean Fleischer Camp, diretor do remake em live-action de Lilo & Stitch, anunciou que a nova versão terá diferenças significativas em relação à animação original de 2002. O filme, que estreia em 22 de maio, foca mais no relacionamento entre Nani e Lilo e adapta a comédia e a violência para o novo formato.

O cineasta explicou que a comédia do personagem Stitch será abordada de maneira diferente. “A violência é difícil de retratar em live-action. Um acidente de carro com dez veículos pode ser engraçado em animação, mas é um desafio em filme real”, afirmou Fleischer Camp. Ele destacou a necessidade de suavizar algumas situações e criar novas abordagens que a animação não conseguiu explorar.

Além disso, o diretor enfatizou a importância de retratar o vínculo emocional entre as personagens. “Se vamos mostrar uma criança sendo separada da irmã pelos serviços sociais, é crucial que o público acredite nesse relacionamento”, disse. A animação original, que custou US$ 80 milhões, arrecadou US$ 273 milhões globalmente, incluindo US$ 145 milhões nos Estados Unidos.

O remake é uma das principais apostas da Disney para 2025 e já conta com uma intensa campanha de marketing, incluindo um comercial durante o Super Bowl. A nova versão também faz referências a outros live-actions da Disney, como Moana e O Rei Leão. Enquanto isso, a animação de 2002 está disponível exclusivamente no Disney+.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais