Durante a New York Art Week, as feiras de arte Frieze e TEFAF atraem muita atenção, mas duas feiras menores, Esther II e Conductor, oferecem experiências diferentes. Esther II, que acontece no Estonian House, apresenta 25 galerias em um ambiente acolhedor, com obras de artistas de várias cidades, incluindo Nova York e Tóquio. Os trabalhos estão expostos em lugares inusitados, como lareiras e escadas, criando uma atmosfera única. Já a Conductor, localizada no Powerhouse Arts, foca em artistas do Global South e permite que eles fabriquem suas obras no local, reduzindo custos de envio. A feira destaca trabalhos que exploram temas culturais e comunitários, como a escultura de Amanda Phingbodhipakkiya, que homenageia tradições matrilineares da Tailândia. Ambas as feiras buscam tornar o mundo da arte mais acessível e diversificado.
Durante a New York Art Week, as feiras de arte Frieze e TEFAF atraem grande atenção, mas eventos menores como Esther II e Conductor oferecem alternativas interessantes. Ambas as feiras destacam-se por suas propostas únicas e acessíveis.
A feira Esther II, que ocorre até sábado, apresenta 25 galerias em um ambiente íntimo no Estonian House, em Murray Hill. O espaço é preenchido com instalações e performances, criando uma experiência envolvente. As obras estão expostas em locais inusitados, como lareiras e escadas. Fundada por Margot Samel e Olga Temnikova, a feira reúne artistas de diversas cidades, incluindo Nova York, Tóquio e Budapeste.
Em Gowanus, a Conductor, que vai até domingo, foca em artistas do Global South. O evento acontece no Powerhouse Arts, um antigo usina reformada. A feira permite que artistas fabriquem suas obras no local, reduzindo custos de transporte. Entre os destaques está a escultura de Amanda Phingbodhipakkiya, que explora tradições matrilineares da Tailândia.
Conductor não apenas promove a arte do Global South, mas também facilita a criação de novas obras. A feira é um espaço para galerias emergentes que podem não ter acesso ao circuito tradicional de feiras de arte. Com essa abordagem, Conductor torna o mundo da arte mais acessível a artistas de regiões como Índia, América Latina e África.
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