O livro “Eleutéria”, de Allegra Hyde, apresenta uma história que mistura utopia e distopia em um futuro próximo, abordando problemas ambientais e sociais. A trama segue Wilka Marks, uma jovem que, após ser criada em uma cabana isolada por pais preocupados com o apocalipse, se muda para Boston. Lá, ela descobre um manual que pode ajudar a reverter a crise climática e viaja para a ilha de Eleutéria, onde um grupo de cientistas e ativistas tenta criar uma comunidade sustentável chamada Acampamento Esperança. A narrativa também inclui a história colonial da ilha, mostrando como o colonialismo ambiental atual pode ser comparado ao colonialismo do passado. Hyde critica a ideia de que a solução para os problemas ambientais deve ser buscada em lugares tropicais, questionando por que os países desenvolvidos não enfrentam suas próprias responsabilidades. Apesar do cenário sombrio, a autora mantém uma mensagem de esperança e ação, sugerindo que mudanças sociais e políticas são possíveis e necessárias para garantir um futuro melhor.
Allegra Hyde lança o livro “Eleutéria”, que aborda temas de utopia e distopia em um futuro próximo. A obra, publicada pela Editora Buzz, explora questões ambientais e sociais em um mundo em colapso. O romance é vendido por R$ 69,90 (versão impressa) e R$ 49,90 (ebook).
A narrativa alterna entre a vida da protagonista, Wilka Marks, em Boston, sua experiência no Acampamento Esperança e a história colonial da ilha de Eleutéria. Essa estrutura revela críticas ao colonialismo ambiental contemporâneo, questionando a busca por soluções em paraísos tropicais esquecidos. A autora destaca que a liberdade no Novo Mundo sempre implicou em tomar de outra pessoa.
“Eleutéria” apresenta uma jovem americana que, após ser criada em uma cabana isolada, se muda para Boston. Lá, ela descobre um manual secreto para reverter o caos climático e viaja para uma ilha caribenha, onde ecoativistas tentam implementar uma comunidade sustentável. A obra critica a ideia de que a utopia deve ser buscada em regiões afetadas pelo colonialismo.
A autora utiliza a narrativa para conectar o colonialismo clássico ao atual colonialismo ambiental. Hyde propõe que, apesar da desolação, é possível manter a esperança e agir para garantir um futuro melhor. A obra se destaca por seu otimismo, mesmo diante de um cenário pessimista, e sugere que a luta por mudanças sociais e políticas é essencial para a sobrevivência das próximas gerações.
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