A minissérie “Guerreiros do sol”, que estreia no Globoplay em 11 de junho de 2023, é inspirada na história de Lampião e Maria Bonita, figuras conhecidas do cangaço no Nordeste do Brasil. A série terá 45 capítulos e contará com a consultoria do historiador Frederico Pernambucano de Mello, especialista no tema. A trama se passa nas décadas de 1920 e 1930 e apresenta os personagens Rosa e Josué, que representam Lampião e Maria Bonita. Lampião, conhecido como o “Rei do Cangaço”, é uma figura controversa, visto por alguns como um herói e por outros como um criminoso, tendo sido responsável por diversos crimes na região. A imagem dele é frequentemente romantizada, especialmente na literatura de cordel, onde é mais admirado do que outras figuras históricas importantes.
Finalmente, a minissérie “Guerreiros do sol”, inspirada na história de Lampião e Maria Bonita, estreará no dia 11 de junho de 2023. Produzida pelo Globoplay, a série terá 45 capítulos e contará com a consultoria do historiador Frederico Pernambucano de Mello, especialista em cangaço.
Ambientada nas décadas de 1920 e 1930, a trama apresenta os personagens Rosa (Isadora Cruz) e Josué (Tomás Aquino), que representam a famosa dupla do cangaço. Frederico Pernambucano de Mello, de 77 anos, é autor do livro “Guerreiros do sol: violência e banditismo no Nordeste do Brasil”, publicado em 1985. Ele também escreveu um texto para o elenco, contribuindo para a autenticidade da narrativa.
A figura de Lampião, conhecido como o “Rei do Cangaço”, é frequentemente romantizada, apesar de seu histórico de crimes, incluindo assassinatos e extorsões. Desde sua morte em 1938, sua imagem tem sido alvo de controvérsias, sendo visto por alguns como um herói que lutava contra a opressão dos coronéis, membros da elite agrária da época.
A popularidade de Lampião se reflete na cultura nordestina, onde muitos cordelistas o exaltam em suas obras. Em feiras nordestinas, é comum encontrar mais cordéis dedicados a ele do que a outras figuras, como o Padre Cícero. A minissérie promete trazer à tona essas complexidades, explorando a dualidade da imagem de Lampião e seu impacto na história do Brasil.
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