A peça “O dia em que raptaram o Papa” estreou no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro, logo após a eleição do Papa Leão XIV. A montagem, dirigida por Cristina Bethencourt, filha do autor João Bethencourt, busca homenagear o dramaturgo e discutir a paz em um mundo cheio de conflitos. O ator Giuseppe Oristanio, que interpreta o Papa, destacou a importância de abordar temas relevantes como a paz. A peça, escrita em um único dia por João Bethencourt, é a mais encenada do Brasil, com apresentações em mais de 40 países. A história gira em torno de um taxista judeu que sequestra o Papa e pede um dia de paz mundial como resgate. O elenco conta com atores como Claudio Mendes e Elisa Pinheiro. A montagem, que ficará em cartaz até 22 de junho, combina humor com uma mensagem profunda sobre a necessidade de um mundo melhor.
A estreia da peça “O dia em que raptaram o Papa” ocorreu no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro, no dia 9 de maio, logo após a eleição do Papa Leão XIV. A montagem, dirigida por Cristina Bethencourt, filha do dramaturgo João Bethencourt, visa homenagear o autor e discutir a paz em um mundo em conflito.
Giuseppe Oristanio, que interpreta o Papa na peça, destacou a importância do tema da paz. “Discutir possibilidades de paz é essencial”, afirmou. A peça, escrita em 1972, já foi encenada em mais de 40 países e é a mais reproduzida do teatro brasileiro. A trama gira em torno de um taxista judeu que sequestra o Papa em Nova York, exigindo um dia de paz mundial como resgate.
A montagem atual é uma adaptação que celebra o centenário de nascimento de João Bethencourt, um autor que equilibrava comédia e crítica social. Cristina Bethencourt comentou sobre o legado do pai, que enfrentou preconceitos por sua abordagem humorística em tempos de repressão.
A peça segue em cartaz até 22 de junho, com sessões de sexta a domingo. O elenco conta com Claudio Mendes, Elisa Pinheiro, Beatriz Linhales, Samuel Valladares, Gustavo Ottoni e Nando Cunha. A narrativa, que mistura humor e drama, continua relevante, refletindo a necessidade de um mundo melhor.
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