O Festival Negritudes Globo, que acontece no Galpão da Cidadania, no Rio de Janeiro, teve um painel chamado “Fé, amor e família”. Participaram Tony Tornado e seu filho, Lincoln, além do casal Aline Wirley e Igor Rickli, com mediação das jornalistas Flávia Oliveira e Bela Reis. Eles conversaram sobre a importância do trabalho em família e da presença do pai em lares negros. Tony e Lincoln se apresentam juntos, enquanto Aline e Igor atuam em um musical. Durante o evento, Tony, que está prestes a completar 95 anos, recebeu aplausos do público. Flávia destacou a relevância de mostrar exemplos de paternidade e apoio familiar, especialmente em famílias negras. Bela também mencionou a importância de falar sobre as gerações anteriores e a experiência de ser mãe e filha.
A programação do Festival Negritudes Globo, realizado no Galpão da Cidadania, na Gamboa, no Rio de Janeiro, avançou com o painel “Fé, amor e família”. O evento contou com a participação dos artistas Tony Tornado, seu filho Lincoln Tornado, e o casal Aline Wirley e Igor Rickli. A mediação foi feita pelas jornalistas Flávia Oliveira e Bela Reis, que compartilham o podcast Angu de Grilo.
Os participantes discutiram a importância da presença paterna em lares negros e o trabalho em família. Tony e Lincoln se apresentam juntos em todo o Brasil, enquanto Aline e Igor atuam no musical “Sonho encantado, o cordel”. Durante o painel, foram exibidos trechos do documentário sobre Gloria Maria e um teaser da série “Pablo e Luisão”, além de cenas do programa “Tributo”, que homenageará Tony Tornado.
“Nunca fiz parte de nenhum movimento negro, sou um negro em movimento”, afirmou Tony, que completará noventa e cinco anos no próximo dia 26. O público aplaudiu de pé sua declaração. Flávia Oliveira destacou a relevância de mostrar exemplos de paternidade, mencionando a importância do apoio familiar em comunidades negras. “Nada disso é trivial”, acrescentou.
Bela Reis também comentou sobre a intergeracionalidade, mencionando a presença de três gerações em sua família. “Reverenciamos sempre minha avó”, disse. O painel trouxe à tona a necessidade de discutir a experiência de famílias negras e a importância da presença paterna em suas dinâmicas.
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