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Mangueira homenageia Mestre Sacaca com enredo para o carnaval de 2026

Mangueira homenageia Mestre Sacaca no carnaval 2024, exaltando a cultura afro-indígena e a importância da Amazônia. Uma celebração imperdível!

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A Estação Primeira de Mangueira anunciou seu enredo para o próximo carnaval, que será “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”. A escola vai homenagear o xamã e curandeiro Raimundo dos Santos Souza, destacando a cultura afro-indígena e a importância da Amazônia. O enredo, criado pelo carnavalesco Sidnei França, marca o início de um triênio que celebra o centenário da Mangueira. Mestre Sacaca, nascido em 1926 no Amapá, era conhecido por seu conhecimento sobre ervas e seu trabalho comunitário, sendo chamado de “doutor da floresta”. Ele também participava de uma manifestação cultural chamada marabaixo, que mistura música, dança e ritual. Sidnei França ressaltou a importância de contar histórias sobre a Amazônia que muitas vezes não são ouvidas. A apresentação na Avenida será uma celebração da história e da cultura afro-brasileira, trazendo à tona a figura de um importante representante da floresta.

A Estação Primeira de Mangueira anunciou, nesta sexta-feira, seu enredo para o carnaval do próximo ano: “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”. A escola homenageará o xamã e curandeiro Raimundo dos Santos Souza, destacando a rica cultura afro-indígena e a importância da Amazônia.

O enredo, assinado pelo carnavalesco Sidnei França, marca o início do triênio que celebra o centenário da Mangueira. Mestre Sacaca, nascido em 1926 no Amapá, era conhecido por seu profundo conhecimento sobre ervas e elementos da floresta, utilizando-os para tratar doenças e promover o cuidado comunitário. Ele ficou famoso como o “doutor da floresta”.

Mestre Sacaca também era marabaixeiro, participando de uma manifestação cultural afro-amapaense que une música, dança e ritual. Sidnei França destacou a importância de abordar costumes afro-indígenas, afirmando que a Mangueira busca contar “outras histórias” sobre a Amazônia, que muitas vezes são ignoradas.

A escolha do enredo reflete um compromisso da escola em valorizar narrativas que representam a diversidade cultural do Brasil. A apresentação na Avenida promete ser uma celebração vibrante da história e da cultura afro-brasileira, trazendo à tona a figura de um importante representante da floresta.

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