O Museu de Arte de São Paulo (Masp) abriu duas novas exposições que falam sobre arte e ecologia. A primeira, chamada “A ecologia de Monet”, mostra 32 obras do famoso pintor francês Claude Monet, muitas delas inéditas no Hemisfério Sul. As obras refletem a conexão de Monet com a natureza e as mudanças ambientais. A exposição é dividida em cinco partes, incluindo uma sobre o rio Sena e outra sobre os jardins de sua casa. A segunda exposição, “Frans Krajcberg: reencontrar a árvore”, apresenta mais de 50 obras do artista e ativista ambiental Frans Krajcberg, que usou elementos da natureza em suas esculturas para alertar sobre a destruição ambiental. Krajcberg, que perdeu sua família no Holocausto, encontrou inspiração na natureza do Brasil. As exposições ficam em cartaz até 2025 e podem ser visitadas de terça a domingo, com ingressos que variam de R$ 37 a R$ 75. A entrada é gratuita às terças e às sextas, a partir das 18h.
O Museu de Arte de São Paulo (Masp) inaugurou, nesta sexta-feira (16), duas exposições que abordam a relação entre arte e ecologia. As mostras, intituladas “A ecologia de Monet” e “Frans Krajcberg: reencontrar a árvore”, estão em cartaz no Edifício Lina Bo Bardi até 2025.
Na exposição “A ecologia de Monet”, 32 obras do renomado impressionista francês Claude Monet são apresentadas, muitas delas inéditas no Hemisfério Sul. As obras exploram a conexão do artista com a natureza, refletindo sobre as transformações ambientais e as tensões entre o ser humano e o meio ambiente. O curador Fernando Oliva destaca que Monet sempre teve uma relação íntima com a paisagem, utilizando a luz como elemento central em suas composições.
A mostra é dividida em cinco núcleos, incluindo um dedicado ao Sena, onde a água é um tema recorrente. Monet, que viveu próximo ao rio, capturou a luz refletida em suas superfícies. Outro núcleo, “Giverny: natureza controlada”, apresenta obras que retratam os jardins de sua casa, enquanto o setor “Neblina e fumaça” aborda a poluição de Londres durante a Revolução Industrial.
Frans Krajcberg
Paralelamente, a exposição “Frans Krajcberg: reencontrar a árvore” reúne mais de 50 obras do artista e ativista ambiental polonês naturalizado brasileiro. Krajcberg, que dedicou sua vida a denunciar as agressões ao meio ambiente, utiliza elementos naturais como troncos e raízes em suas esculturas. A curadora Laura Cosendey ressalta que seu trabalho não apenas possui um caráter político, mas também um rigor formal.
Krajcberg, que perdeu sua família durante o Holocausto, encontrou na natureza brasileira uma nova inspiração. Suas obras, que vão da década de 1950 até 2011, refletem sua crescente consciência ecológica e seu desejo de sensibilizar o público sobre questões ambientais.
As exposições estão abertas de terça a domingo, com ingressos variando entre R$ 37 e R$ 75. Às terças, a entrada é gratuita, e às sextas, a partir das 18h, também não há custo.
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