Nesta quinta-feira, Michel Teló lançou “Sertanejinho do Teló”, um projeto com releituras de músicas de vários gêneros, como rock e pop. Os clipes foram gravados em Campo Grande (MS) e incluem canções como “Metamorfose Ambulante” e “Ana Júlia”. Em uma coletiva, Teló explicou que o projeto busca ser mais orgânico e íntimo, inspirado em momentos descontraídos com amigos e família. Ele reuniu sua banda por três dias para tocar na garagem, escolhendo as músicas de forma leve e espontânea. Teló também lembrou dos tempos em que tocava como sanfoneiro, prestando atenção ao que o público gostava. Ele vê esse trabalho como um retorno às suas origens e uma celebração de seus 30 anos de carreira, mostrando a conexão com as pessoas que o apoiaram. “Sertanejinho do Teló” mistura clássicos e novas influências, criando uma atmosfera descontraída, como uma roda de conversa entre amigos.
Nesta quinta-feira (15), Michel Teló lançou seu mais novo trabalho, “Sertanejinho do Teló”, um projeto audiovisual com releituras de músicas que marcaram o cenário nacional, onde o cantor “sertanejou” canções de diversos gêneros, desde o rock até o pop. Os clipes foram gravados em Campo Grande (MS), como é o caso de Metamorfose Ambulante/Ana Júlia, de Raul Seixas e Los Hermanos, respectivamente.
Em coletiva de imprensa, o cantor comentou sobre o projeto, suas inspirações e a trajetória que celebra 30 anos no universo sertanejo. Confira a seguir.
Teló e o Sertanejinho
Michel destacou sobre a ideia principal do seu projeto: trazer algo mais orgânico e íntimo para o público, onde mencionou que o nome “sertanejinho” vem justamente da expressão de chamar outras pessoas para tocarem de uma forma natural, como um “Vamos fazer um sertanejinho?”, que costuma ter com família e amigos.
A proposta de trazer estilos musicais distintos também foi derivada da ideia principal, onde o cantor tocava diversas faixas propostas pelos seus familiares e amigos nesses encontros descontraídos. Isso transformou a gravação em algo divertido, visto que esse ambiente familiar e carinhoso era o ponto que Michel queria trazer para a identidade do projeto, como se tudo fosse uma grande resenha com seus amigos, porém feito com todo equipamento necessário para transformar em um produto audiovisual.
O sertanejo também falou sobre o processo de costura e escolha das músicas — tudo foi feito de forma espontânea, onde ele reuniu sua banda por 3 dias e começaram a tocar em conjunto na sua garagem, vendo quais músicas ornavam com outras, tudo de forma leve. Isso ajudou com a cobrança, do qual todo artista sofre, mas com o planejamento adequado e o clima mais descontraído do projeto, ele contou ter se sentido à vontade durante o processo.
Os tempos de bailão sertanejo também passaram por sua cabeça durante a gravação do projeto, quando o músico relembrou os anos em que tocava como sanfoneiro. Além de se apresentar, ele precisava estar atento ao ambiente, ao que as pessoas gostavam de ouvir e o que queriam escutar.
Ao ser questionado sobre esse projeto dentro de sua trajetória profissional, o cantor ressalta um retorno para as origens, uma celebração com a sua família e que mostra a intimidade que tem com pessoas próximas em confraternizações desse tipo, além de ajudar a celebrar os seus 30 anos de carreira com as pessoas que o apoiaram durante todo o trajeto.
“Sertanejinho do Teló” não é apenas um novo lançamento — é uma coleção de faixas que traz à tona tanto clássicos quanto novas influências. O EP mistura estilos naturalmente e cria uma atmosfera descontraída, como se fosse uma roda de conversa entre amigos. Com essa proposta, Michel resgata a essência da música e a relação com seu público.
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