Domingo Antonio Edjan Moreno, conhecido como El Chojin, é um rapper de Torrejón de Ardoz, Madrid, que se destacou por suas letras sobre injustiças sociais. Recentemente, ele expressou sua indignação sobre o genocídio em Gaza e comentou sobre a experiência de ter uma de suas letras recitada pela rainha Letizia em um evento sobre saúde mental. El Chojin, que dá aulas de jiu-jitsu gratuitamente, acredita que a prática o ajuda a lidar com sua agressividade de forma controlada. Ele reflete sobre sua evolução pessoal e artística, afirmando que, com o tempo, se tornou mais tolerante e racional. Ele se sente frustrado com a passividade da comunidade internacional diante de injustiças e diz que a beleza não é seu foco como criador, mas sim a comunicação e a conexão com as pessoas. El Chojin também fala sobre a solidão e a ansiedade que os jovens enfrentam hoje em dia, ressaltando que o sofrimento é parte da vida. Ele ficou surpreso e emocionado quando a rainha recitou sua letra, reconhecendo a importância desse momento em sua carreira. Apesar de ganhar mais do que muitas pessoas, ele se considera pobre, pois a segurança financeira é instável na música. Ele se recusa a fazer anúncios que não se alinhem com seus valores e acredita que a mensagem é o mais importante em sua música. El Chojin se vê como um “reportero de barrio”, conectando-se com as experiências de vida das pessoas, independentemente de suas diferenças. Ele admite que já decepcionou e foi decepcionado, mas se orgulha de ter se permitido mudar ao longo dos anos.
Domingo Antonio Edjan Moreno, conhecido como El Chojin, é um rapper de Torrejón de Ardoz, Madrid, que se destaca por suas letras sociais. Recentemente, ele expressou sua indignação sobre o genocídio em Gaza e refletiu sobre sua trajetória artística, incluindo a experiência de ter uma de suas letras recitada pela rainha Letizia.
El Chojin, que dá aulas de jiu jitsu em um bairro de Madrid, afirmou que faz isso gratuitamente para manter um espaço onde não se sente constantemente avaliado. Ele considera essa prática uma forma de canalizar sua agressividade de maneira controlada. Seus alunos, que vão de policiais a professores, se tornaram amigos, criando um ambiente de fraternidade.
O rapper, que completou quarenta e oito anos, comentou sobre sua evolução pessoal e artística. Ele se considera mais racional e tolerante, refletindo sobre a violência presente na sociedade. “Estou muito enfadado com toda a deriva do genocídio de Israel em Gaza”, declarou, enfatizando a passividade da comunidade internacional diante da situação.
El Chojin também compartilhou sua surpresa ao ver a rainha Letizia recitar uma de suas letras em um evento sobre saúde mental. Ele descreveu a experiência como transformadora, reconhecendo a importância desse momento em sua carreira. “Se faz cinco minutos eu era um gamberro, e agora isso acontece”, disse, refletindo sobre sua trajetória desde os tempos em que começou a rapar.
Apesar de viver da música há mais de vinte e cinco anos, El Chojin se considera parte da classe baixa, afirmando que a percepção de classe média é uma ilusão. Ele expressou satisfação em poder escolher seus projetos, mantendo sua integridade artística. “Prefiro que me chamem de chato a não usar meu altavoz para denunciar o que me indigna”, concluiu, reafirmando seu compromisso com a justiça social.
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