No programa Viver Sertanejo, Alexandre, um compositor com mais de 1.500 músicas, falou sobre sua carreira e a importância da canção “Deus me livre”, um grande sucesso do pagode lançado em 1999 pelo Raça Negra. Ele e sua dupla, Althair, comentaram como essa música ajudou a mudar a percepção do sertanejo nos anos 90. O apresentador Daniel destacou que a canção misturava samba e sertanejo, trazendo inovação para a época. Althair lembrou que “Deus me livre” foi fundamental para a dupla, especialmente em um momento em que Alexandre pensava em desistir da música. A canção, famosa na voz de Luiz Carlos, continua a ser um marco na música brasileira, mostrando como ela pode unir diferentes estilos e públicos.
O programa Viver Sertanejo, exibido no último domingo (18), destacou a trajetória do compositor e cantor Alexandre, que possui mais de 1.500 composições. Ele é o autor de “Deus me livre”, um dos maiores sucessos do pagode, interpretado pelo Raça Negra e lançado em 1999. Durante a atração, Alexandre e sua dupla, Althair, relembraram a importância dessa canção em suas carreiras.
“Deus me livre” não apenas se tornou um clássico, mas também ajudou a quebrar tabus no sertanejo nos anos 1990. O apresentador Daniel ressaltou como a música, que mistura elementos do samba e do sertanejo, foi inovadora para a época. Althair compartilhou que a canção foi crucial para a dupla, especialmente em um momento em que Alexandre considerava desistir devido à falta de sucesso.
A música, imortalizada na voz de Luiz Carlos, continua a ser um dos maiores sucessos do Raça Negra. O impacto de “Deus me livre” na carreira de Alexandre e Althair é inegável, mostrando como a música pode transcender gêneros e conectar diferentes públicos. A conversa no programa evidenciou a relevância da obra e seu legado na música brasileira.
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