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Pablo Larraín explora a vida de Maria Callas em cinebiografia com Angelina Jolie

A cinebiografia "Maria Callas", de Pablo Larraín, traz Angelina Jolie em uma narrativa fragmentada e ousada sobre a diva da ópera.

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O novo filme “Maria Callas”, dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie, explora os últimos dias da famosa diva da ópera de forma fragmentada e ousada. A fotografia, feita por Ed Lachman, traz elementos em preto e branco que ajudam a contar a história, refletindo o amadurecimento do trabalho de Larraín. Diferente de suas obras anteriores, “Jackie” e “Spencer”, que focam em momentos específicos da vida de mulheres icônicas, este filme apresenta Callas em um estado de reflexão sobre sua vida, cercada por fantasmas. O roteiro de Steven Knight é mais ambicioso, tentando cobrir muitos aspectos da vida de Callas, o que às vezes resulta em diálogos menos naturais. Larraín utiliza a metalinguagem, apresentando um jovem cineasta que faz um filme sobre Callas, o que permite referências à sua vida como uma performance. A atuação de Jolie é contida e humana, ancorando o filme em meio a seus elementos mais dramáticos. O filme se destaca por sua abordagem estilística e por transformar a vida de Callas em um espetáculo emocional, refletindo a complexidade de sua trajetória.

Pablo Larraín apresenta seu novo filme, Maria Callas, estrelado por Angelina Jolie, que explora os últimos dias da icônica diva da ópera. Com uma abordagem fragmentada e estilisticamente ousada, a obra promete uma experiência cinematográfica única.

O diretor de fotografia Ed Lachman, conhecido por sua colaboração com Larraín em projetos anteriores, traz sua expertise para este filme. A fotografia em preto e branco é utilizada em cenas selecionadas, servindo como um marcador temporal e um elemento estético inovador. A narrativa se desvia do foco singular de suas cinebiografias anteriores, como Jackie e Spencer, apresentando uma Callas em um estado de reflexão sobre sua vida.

Maria Callas se destaca por seu enredo mais difuso, que abrange uma série de eventos significativos na vida da protagonista. O roteiro de Steven Knight busca explorar diversos aspectos da vida da diva, embora isso resulte em diálogos que podem parecer excessivamente expositivos. A presença de fantasmas do passado e referências a figuras históricas, como John F. Kennedy, adicionam camadas à narrativa.

A obra também incorpora elementos de metalinguagem, com um jovem cineasta, interpretado por Kodi Smit-McPhee, que está fazendo um filme sobre Callas. Essa abordagem permite uma reflexão sobre a vida da artista como uma performance, destacando sua complexidade e a intersecção entre realidade e fantasia.

Angelina Jolie entrega uma atuação que se distancia do histrionismo, focando em emoções identificáveis e humanas. Essa escolha ancla o filme em meio a seus voos estilísticos, permitindo que a narrativa transite entre o melodrama e a realidade. O filme, com duração de 124 minutos, é uma exploração rica e multifacetada da vida de uma das maiores vozes da ópera.

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