O filme “Maria Callas”, com Angelina Jolie, mostra a relação entre a famosa cantora de ópera e o ex-presidente dos EUA, JFK. O ator Caspar Phillipson, que já interpretou Kennedy em outras produções, aparece em cenas onde os dois discutem seus relacionamentos complicados. Este filme se conecta a “Jackie”, que retrata Jackie Kennedy após o assassinato de seu marido, e “Spencer”, sobre a princesa Diana, todos dirigidos por Pablo Larraín. Juntos, esses filmes formam uma trilogia que explora a performance feminina e a fama. As protagonistas, apesar de suas histórias distintas, enfrentam a pressão da fama e a expectativa pública. A trilogia questiona como essas mulheres são vistas e como elas mesmas se veem, mostrando que, muitas vezes, elas precisam atuar para se encaixar nas expectativas da sociedade. O filme “Maria Callas” termina com uma cena que reflete sobre a vida dessas mulheres e como elas sempre estiveram em cena, mesmo em momentos pessoais.
O filme “Maria Callas”, estrelado por Angelina Jolie, explora a relação entre a famosa soprano e John Fitzgerald Kennedy, o 35º presidente dos Estados Unidos. A produção, dirigida por Pablo Larraín, apresenta cenas que retratam encontros entre Callas e JFK, incluindo um jantar onde discutem seus relacionamentos com Jackie Kennedy e Aristotle Onassis.
Caspar Phillipson interpreta JFK, papel que já desempenhou em outras produções, como a série Projeto Livro Azul. A conexão entre “Maria Callas” e os filmes anteriores de Larraín, “Jackie” e “Spencer”, é evidente. Ambos os filmes abordam a performance feminina e a fama, refletindo sobre a vida de figuras icônicas.
A trilogia, que inclui “Jackie” e “Spencer”, é considerada por críticos como a “trilogia da performance”. Natalie Portman foi indicada ao Oscar por sua atuação em “Jackie”, enquanto Kristen Stewart recebeu uma indicação por “Spencer”. Angelina Jolie também é vista como uma forte candidata a prêmios por sua interpretação de Callas.
Os filmes de Larraín questionam a natureza da biografia cinematográfica, explorando a vida dessas mulheres em momentos de vulnerabilidade. A abordagem do diretor permite uma reflexão sobre a pressão que figuras femininas enfrentam na esfera pública. A trilogia destaca como essas mulheres, apesar de suas realizações, eram frequentemente mal compreendidas e assediadas pela mídia.
“Maria Callas” termina com uma cena que simboliza a luta interna das protagonistas, mostrando que, mesmo em seus momentos mais íntimos, elas estavam sempre em performance. A obra de Larraín, ao retratar essas figuras, provoca uma discussão sobre a identidade feminina e a representação no cinema.
Entre na conversa da comunidade