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Bill Horrigan, curador que transformou o Wexner Center em referência de arte, morre aos 34 anos

Bill Horrigan, curador do Wexner Center, faleceu após luta contra amiloidose, deixando um legado marcante na arte contemporânea.

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Bill Horrigan, um curador importante do Wexner Center for the Arts em Ohio, faleceu em 15 de maio após lutar contra a amiloidose. Ele trabalhou por 34 anos no centro, onde ajudou a criar um programa de arte em vídeo e cinema que atraiu a atenção de artistas famosos. Horrigan era conhecido por seu apoio a novas formas de arte e organizou exposições inovadoras, incluindo a primeira mostra institucional americana de Mark Dion e eventos focados na arte contemporânea brasileira. Ele também participou de iniciativas para aumentar a conscientização sobre a AIDS. Nascido em Joliet, Illinois, ele se interessou por cinema na escola e obteve um doutorado em cinema pela Northwestern University. Antes de chegar ao Wexner Center, trabalhou em outros centros de arte e festivais, onde se envolveu com a arte em vídeo. Ao longo de sua carreira, ele foi elogiado por sua abordagem criativa e seu impacto duradouro na arte contemporânea.

Bill Horrigan, curador que transformou o Wexner Center for the Arts, em Ohio, em um importante centro de arte em vídeo e cinema, faleceu em 15 de maio após uma longa luta contra a amiloidose. Ele dedicou 34 anos de sua vida ao museu, onde desenvolveu um programa de cinema e vídeo que atraiu a atenção de artistas renomados.

Durante sua carreira, Horrigan colaborou com figuras como o cineasta francês Chris Marker, que o chamava de seu “produtor americano”. Ele também organizou exposições inovadoras, incluindo a primeira mostra institucional americana do artista Mark Dion e eventos focados na arte contemporânea brasileira. Em 2023, Julia Scher, uma artista que trabalhou com Horrigan, destacou sua compreensão sobre arte ao vivo e sua disposição para explorar limites não testados.

Horrigan começou sua trajetória no cinema durante o ensino médio e obteve um doutorado na Universidade Northwestern. Antes de se juntar ao Wexner Center em 1989, ele trabalhou no Walker Art Center, em Minneapolis, e no American Film Institute, onde se envolveu com arte em vídeo. Seu trabalho no Wexner Center variou de exposições de John Waters a mostras de fotografias de Annie Leibovitz.

Em uma entrevista, Horrigan descreveu sua abordagem curatorial como “fazer o que quisermos e ver quem aparece”. Ao deixar o Wexner Center em 2023, foi chamado de “lenda” por colegas, refletindo seu impacto duradouro na arte contemporânea.

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