O Festival de Cannes, que começou em 13 de maio, tem sido um espaço para exibição de filmes e críticas à administração de Donald Trump. Diretores como Spike Lee, Wes Anderson e Richard Linklater expressaram preocupações sobre as tarifas que Trump impôs a filmes estrangeiros, afirmando que isso prejudica a indústria do cinema. Spike Lee comentou que as tarifas podem causar sofrimento, pois dificultam a distribuição de filmes feitos fora dos Estados Unidos. Wes Anderson fez uma piada sobre a ideia de segurar filmes na alfândega e questionou como isso funcionaria. Richard Linklater, que também está competindo no festival, disse que as tarifas não devem acontecer, ressaltando que filmes são uma importante exportação americana. O ator Pedro Pascal, presente no evento, falou sobre a importância de contar histórias em tempos de medo, sem mencionar Trump diretamente.
Desde o início do Festival de Cannes, em 13 de maio, cineastas têm utilizado o evento para criticar a administração de Donald Trump. Artistas como Spike Lee, Wes Anderson e Richard Linklater expressaram preocupações sobre as tarifas impostas pelo governo americano sobre filmes estrangeiros, destacando o impacto negativo na indústria.
Em coletiva de imprensa, Spike Lee comentou sobre a moral nos Estados Unidos, ironizando a gestão de Trump. Ele ressaltou que as tarifas sobre filmes produzidos fora do país podem causar sofrimento, já que menos acordos de distribuição estão sendo firmados em festivais como Cannes. Lee lançou seu filme Highest 2 Lowest, filmado em Nova York, fora da competição.
Wes Anderson, que compete pela Palma de Ouro com O Esquema Fenício, abordou a questão das tarifas com humor, questionando a possibilidade de um filme ser retido na alfândega. Ele se mostrou confuso com a ideia de uma tarifa de 100%, indagando sobre o que restaria para os cineastas.
Richard Linklater foi mais direto, afirmando que as tarifas “não vão acontecer”. Ele criticou Trump por cortar financiamento às artes e educação, enfatizando que “não se pode colocar um preço na criatividade”. O ator Pedro Pascal, presente para a estreia de Eddington, também comentou sobre o clima político, destacando a importância de contar histórias em tempos de medo.
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