Scarlett Johansson estreou como diretora com o filme Eleanor the Great, que foi apresentado no Festival de Cannes. O filme, que tem June Squibb no papel principal, conta a história de uma idosa que se muda para Nova York após a morte de sua amiga, uma sobrevivente do Holocausto. A trama fala sobre o medo de ser esquecido e a importância de contar histórias. Johansson enfatizou a necessidade de preservar memórias sobre o Holocausto. A personagem principal, Eleanor, lida com a dor da perda e a dificuldade de se reconectar com a filha. Ao participar de um grupo de discussão sobre a Shoá, ela se apropria da história da amiga, o que gera mal-entendidos. Johansson, que se inspirou em diretores como Woody Allen e Sofia Coppola, elogiou a experiência de trabalhar com Squibb, que aos 95 anos trouxe muito ao projeto. Squibb, que começou a atuar no cinema aos 61 anos, expressou seu desejo de ganhar um Oscar e destacou que o filme merece reconhecimento. Erin Kellyman, que faz o papel de uma estudante de jornalismo, também elogiou Johansson, chamando-a de uma diretora atenciosa. Johansson, que já foi indicada ao Oscar duas vezes, sentiu que poderia dirigir o filme ao ler o roteiro, marcando uma nova fase em sua carreira.
Scarlett Johansson estreou como diretora com o filme Eleanor the Great, apresentado no Festival de Cannes. A obra, protagonizada por June Squibb, aborda a vida de uma idosa que se muda para Nova York após a morte de sua amiga, uma sobrevivente do Holocausto. O filme explora o medo do desaparecimento e a importância de contar histórias.
Durante a coletiva de imprensa, Johansson destacou a necessidade de preservar memórias, especialmente sobre o Holocausto. Eleanor, a personagem principal, enfrenta a dor da perda e a dificuldade de se reconectar com a filha. Ao se envolver em um grupo de discussão sobre a Shoá, ela se apropria da história da amiga, desencadeando uma série de mal-entendidos.
A diretora, que se inspirou em renomados cineastas como Woody Allen e Sofia Coppola, afirmou que o filme representa uma oportunidade única de trabalhar com uma atriz que admira. June Squibb, com 95 anos, trouxe uma experiência valiosa ao projeto. Johansson elogiou sua precisão e eficiência, ressaltando que isso facilitou seu trabalho como diretora.
Squibb, que começou sua carreira no teatro e teve seu primeiro papel no cinema aos 61 anos, expressou seu entusiasmo pelo filme. Ela mencionou que sempre sonha com um Oscar, destacando que a produção merece reconhecimento tanto pela direção quanto pela atuação. Erin Kellyman, que interpreta uma estudante de jornalismo, também elogiou Johansson, chamando-a de uma das diretoras mais atenciosas com quem já trabalhou.
Johansson, que já foi indicada ao Oscar duas vezes, revelou que ao ler o roteiro, sentiu que poderia dirigir a obra. A atriz, que está no cinema desde os 10 anos, agora se aventura em uma nova fase de sua carreira.
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