Camila Pitanga brilhou no Festival de Cannes, onde participou do desfile para a estreia do curta “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli. No filme, ela interpreta uma personagem que representa a irmã de um gari, refletindo sobre a vida e a morte. O curta foi apresentado na Semana da Crítica do festival, que homenageou o cineasta Cacá Diegues, enquanto o Brasil é o país de honra este ano. Camila, que se tornou um ícone LGBTQIA+ após seu papel na novela “Beleza Fatal”, desfilou ao lado de outras estrelas, como Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido. O filme mostra Angelo, um gari que recolhe confetes após o Carnaval e reflete sobre a perda de sua irmã. Gilberto Gil também faz uma participação especial no curta, que é inspirado em sua arte e filosofia.
Camila Pitanga brilhou no Festival de Cannes, onde participou do desfile para a estreia do curta “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli. O evento, que homenageou o cineasta Cacá Diegues, destacou o Brasil como país de honra em 2025.
A atriz, que se tornou um ícone LGBTQIA+ após interpretar a vilã Lola na novela “Beleza Fatal”, dançou ao som do maracatu entre estrelas como Wagner Moura e Maria Fernanda Cândido. O curta, apresentado na Semana da Crítica, traz Pitanga em uma performance que reflete sobre a finitude da vida, simbolizando a irmã de um gari.
“Samba Infinito” narra a história de Angelo, interpretado por Alexandre Amador, que recolhe confetes após o Carnaval e reflete sobre sua vida e a de sua irmã. Camila aparece em uma fantasia dourada, representando a irmã perdida de Angelo, enquanto ele ajuda um menino a devolver um livro na biblioteca.
Gilberto Gil faz uma participação especial como bibliotecário, trazendo sua filosofia artística ao filme. Martinelli expressou sua alegria em contar com Gil no elenco, ressaltando a inspiração que o cantor representa. O curta foi bem recebido, embora o prêmio principal da Semana da Crítica tenha sido para “L’mina”, da marroquina Randa Maroufi.
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