Squel Jorgea, uma porta-bandeira com 30 anos de experiência e vários títulos no Carnaval, vai lançar o projeto “Squel — Oficinas de bailado de porta-bandeira”. As aulas gratuitas serão oferecidas em várias cidades do Rio de Janeiro, voltadas para mulheres a partir dos 14 anos, incluindo cis e trans, além de pessoas com deficiência e aquelas em situação de vulnerabilidade social. As oficinas vão ensinar sobre a história do Carnaval, a dança em casal, o uso de adereços e o comportamento na quadra e na Avenida. As aulas começam nesta sexta-feira e vão até agosto, com encontros em locais como Japeri, Mesquita, Tijuca, Maricá, Niterói, São Gonçalo, Belford Roxo, Gamboa, Itaboraí e Madureira. Cada local terá duas turmas, de manhã e à tarde, com 30 vagas cada. Squel acredita que as oficinas ajudam a manter viva a história do Carnaval e oferecem novas oportunidades para as participantes.
Squel Jorgea, renomada porta-bandeira com trinta anos de experiência, lançará o projeto “Squel — Oficinas de bailado de porta-bandeira”. As aulas gratuitas ocorrerão em diversas cidades do Rio de Janeiro, a partir de sexta-feira, 24 de maio, e se estenderão até agosto. O projeto é voltado para mulheres a partir dos quatorze anos, com foco em inclusão social.
Durante as oficinas, Squel compartilhará seu conhecimento sobre a dança de cortejo, abordando a história do Carnaval e a representatividade da porta-bandeira. As aulas incluirão práticas de dança em casal, gestualidade, uso de adereços e indumentárias, além de comportamento em quadra e na Avenida. O mestre-sala Vinicius Jesus acompanhará Squel em cada encontro.
Squel destaca que, ao longo de sua carreira, a profissionalização e a visibilidade das figuras de porta-bandeira e mestre-sala mudaram significativamente. “Antigamente, não tínhamos uma preparação física adequada,” afirma. Hoje, a preparação inclui uma equipe multidisciplinar com personal trainer, nutricionista e médicos.
Detalhes das Oficinas
As oficinas ocorrerão nas seguintes cidades e datas:
- Japeri: 24/5
- Mesquita: 7/6
- Tijuca: 14/6
- Maricá: 21/6
- Niterói: 28/6
- São Gonçalo: 5/7
- Belford Roxo: 19/7
- Gamboa: 26/7
- Itaboraí: 2/8
- Madureira: 9/8
Cada local terá duas turmas, com trinta vagas disponíveis em cada uma. As oficinas são destinadas a mulheres cis e trans, pessoas com deficiência e aquelas em situação de vulnerabilidade social. O único pré-requisito é ter alguma experiência em dança.
Squel acredita que as oficinas são essenciais para manter viva a história do Carnaval carioca e ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica. “Essas aulas proporcionam mais perspectivas de futuro, emprego e renda por meio da cultura,” conclui. Além disso, um documentário sobre sua trajetória, intitulado “Squel — Memórias de uma porta-bandeira,” está em fase de produção.
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