A banda inglesa The Last Dinner Party, formada por integrantes queer, se apresenta no C6 Fest em São Paulo neste domingo (25). O grupo, que mistura rock com elementos como harpas e flautas, já ganhou prêmios importantes e abriu shows para artistas como Rolling Stones e Olivia Rodrigo. Elas expressam grande expectativa para conhecer os fãs brasileiros e falam sobre a importância de suas letras, que promovem um senso de pertencimento, especialmente entre o público LGBTQ+. A vocalista Abigail e a baixista Georgia destacam que a música delas toca as pessoas de forma especial, e que a conexão com os fãs é muito significativa. Embora a banda tenha se tornado conhecida por sua estética única, que inclui códigos de vestimenta para os shows, elas afirmam que o foco está na liberdade de expressão e na criação de um espaço seguro para todos.
A banda inglesa The Last Dinner Party se apresenta no C6 Fest em São Paulo neste domingo, dia 25. Composta por integrantes queer, a banda já se destacou na indústria musical, abrindo shows para grandes nomes e conquistando prêmios como os Brit Awards.
O grupo, que mistura rock com elementos de harpas e flautas, lançou seu primeiro disco, “Prelude to Ecstasy”, previsto para 2024. A vocalista Abigail Morris e a baixista Georgia Davies expressaram suas expectativas para interagir com os fãs brasileiros, ressaltando a importância de suas letras e estética que promovem um senso de pertencimento.
“Sinto que quando fomos aos Estados Unidos pela primeira vez, foi: ‘Nossa, isso é loucura. Como chegamos aqui?’”, afirmou Abigail, destacando a emoção de se apresentar no Brasil. A banda, que já foi chamada de “industry plant”, tem se provado um verdadeiro fenômeno, recebendo reconhecimento por seu trabalho artístico e pela conexão com o público.
Estética e Comunidade
A identidade queer da banda reflete-se em suas músicas, como em “My Lady of Mercy”, que aborda o amor entre mulheres. Abigail e Georgia enfatizam a importância de escrever sobre suas experiências, mas sem forçar a temática. “É absolutamente importante [escrever sobre isso]. Mas não se trata de ficar sentada tipo, ‘Eu tenho que fazer’”, disse Abigail.
O grupo também se destacou por sua estética, incentivando os fãs a se vestirem de acordo com temas específicos em seus shows. Embora não utilizem mais códigos de vestimenta, a ideia de autoexpressão e segurança continua presente nas apresentações. “Em nossos shows, você meio que chega como a pessoa que você quer ser”, concluiu Abigail.
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