Ethan Coen e Tricia Cooke, que já trabalharam juntos em “Garotas em Fuga”, lançam agora o filme “Honey Don’t”, que estreia no Festival de Cannes. Neste novo longa, Margaret Qualley interpreta uma investigadora particular em uma cidade violenta e absurda, abordando a sexualidade feminina e a opressão em ambientes conservadores. A personagem de Qualley, chamada Honey, vive uma vida cheia de ação e relacionamentos com mulheres, enquanto enfrenta um caso de assassinato ligado a um pastor suspeito, interpretado por Chris Evans. O filme mistura violência e humor, trazendo críticas sobre os papéis das mulheres em sociedades conservadoras. A irmã de Honey, que luta para cuidar dos filhos e da casa, contrasta com a liberdade da protagonista. “Honey Don’t” é o segundo filme de uma trilogia de “filmes B lésbicos”, seguindo a linha de “Garotas em Fuga”, que foi o primeiro projeto de Coen sem seu irmão Joel. Coen e Cooke, que são casados, buscam diversificar as narrativas sobre personagens lésbicas, que geralmente são retratadas de forma dramática.
Ethan Coen e Tricia Cooke lançam o filme “Honey Don’t”, que estreia no Festival de Cannes. A produção apresenta Margaret Qualley como uma investigadora particular em um ambiente violento, abordando a sexualidade feminina e a opressão em cidades conservadoras.
O filme é uma sequência de “Garotas em Fuga”, onde Qualley interpretava uma mulher em busca de amor e aventuras. Em “Honey Don’t”, ela assume o papel de Honey, uma investigadora que navega por um cenário caótico no interior dos Estados Unidos. A trama envolve assassinatos e um pastor suspeito, interpretado por Chris Evans, que explora a vulnerabilidade de mulheres.
Qualley, que já foi indicada ao Oscar, traz um novo tom ao seu personagem, que é sensual e destemido. A narrativa também inclui a relação de Honey com a policial MG, vivida por Aubrey Plaza. O filme combina elementos de ação e humor, enquanto critica os papéis tradicionais das mulheres em comunidades conservadoras.
A dinâmica familiar de Honey é explorada, mostrando sua irmã sobrecarregada e a luta de sua sobrinha em um relacionamento abusivo. “Honey Don’t” é descrito como o segundo filme de uma trilogia de “filmes B lésbicos”, uma iniciativa de Coen e Cooke para diversificar as narrativas sobre personagens LGBTQ+ no cinema.
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