Jarid Arraes, poeta e cordelista, e Luis Augusto Fischer, professor e crítico literário, estão no júri da Folha que vai escolher os melhores livros da literatura brasileira do século 21. O júri tem 99 especialistas de várias áreas e regiões, incluindo professores, críticos e escritores, com a participação de cinco membros da Academia Brasileira de Letras. A votação aconteceu entre setembro e dezembro do ano passado, e cada jurado enviou uma lista com até dez livros de ficção publicados desde 2001. O objetivo é destacar a diversidade da literatura contemporânea no Brasil e reconfigurar o cânone literário, mostrando obras que marcaram as últimas duas décadas.
O que une a poeta e cordelista cearense Jarid Arraes ao professor e crítico literário gaúcho Luis Augusto Fischer? Ambos são membros de um júri da Folha que selecionará os melhores livros da literatura brasileira do século 21. O grupo é composto por 99 especialistas de diversas regiões e áreas da literatura.
Entre os jurados estão professores, críticos, pesquisadores e escritores, incluindo nomes consagrados e emergentes. O júri conta com a participação de cinco integrantes da Academia Brasileira de Letras, como Ailton Krenak e Ana Maria Machado. Além disso, há autores de outros países, como os angolanos Djaimilia Pereira de Almeida e Kalaf Epalanga.
A votação ocorreu entre setembro e dezembro do ano passado. Cada jurado foi convidado a enviar uma lista com até dez livros, priorizando obras de ficção publicadas por editoras brasileiras desde 1º de janeiro de 2001. A Folha se comprometeu a manter em sigilo as listas individuais dos jurados.
O projeto visa destacar a diversidade e a riqueza da produção literária contemporânea no Brasil. A seleção dos melhores livros promete reconfigurar o cânone literário, refletindo uma literatura mais plural e inclusiva. A expectativa é que os resultados revelem as obras que marcaram o cenário literário brasileiro nas últimas duas décadas.
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