O cortejo de maracatu da Virada Cultural 2025 aconteceu em São Paulo no dia 24 de agosto, reunindo 12 grupos de diferentes regiões. O evento começou com atraso de uma hora e teve problemas de organização, como a falta de ensaio conjunto, o que causou descompassos nas apresentações. Um percussionista comentou sobre a ausência de um carro de som e suporte técnico, afetando a qualidade do som. Além disso, a presença de motos da Polícia Militar e uma base montada no meio do cortejo gerou desconforto entre os espectadores. Apesar das dificuldades, a participação de grupos de bairros periféricos foi importante para destacar a cultura popular nas ruas. Vitória, uma professora da periferia, e Claudete Monteiro, uma participante, ressaltaram a importância do evento para valorizar as manifestações artísticas. Dandara Monteiro, do grupo Baque CT, destacou que o maracatu é essencial para mostrar que a cultura popular está viva, e, mesmo com os problemas, o cortejo cumpriu um papel simbólico ao ocupar o espaço público.
O cortejo de maracatu da Virada Cultural 2025 ocorreu na noite de sábado, 24 de agosto, em São Paulo, reunindo 12 grupos de diversas regiões do estado. O evento, que começou no largo do Paissandu e seguiu até o viaduto do Chá, teve um público expressivo, mas enfrentou problemas de organização.
O início do cortejo atrasou cerca de uma hora. Participantes relataram a falta de ensaio conjunto entre os grupos, resultando em descompassos e variações rítmicas. Um percussionista destacou a ausência de um carro de som e suporte técnico, o que comprometeu a qualidade sonora do evento. Ele criticou a falta de atenção da prefeitura para com os grupos de cultura popular.
Além das dificuldades técnicas, alguns espectadores expressaram desconforto com a presença de motos da Polícia Militar e uma base montada no meio do cortejo, que causaram interrupções. Apesar disso, a participação de grupos de bairros periféricos foi significativa, reafirmando a importância da cultura popular nas ruas centrais da cidade.
Valorização da Cultura Popular
Vitória, professora de língua portuguesa e moradora da periferia, comentou sobre a relevância do evento. Ela afirmou que a presença de grupos como Bac Atitude e maracatus do São Luís e do Redondo é fundamental para a valorização da cultura local. Claudete Monteiro, outra participante, ressaltou que a Virada Cultural é essencial para trazer o público às ruas e valorizar as manifestações artísticas.
Dandara Monteiro, do grupo Baque CT, destacou a importância do maracatu no evento. Para ela, a visibilidade das tradições brasileiras em São Paulo é gratificante e essencial para mostrar que a cultura popular está viva. Apesar das falhas na execução, o cortejo cumpriu um papel simbólico ao ocupar o espaço público e evidenciar a resistência das expressões culturais.
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