Miguel Ángel Amadeo, conhecido como Mike, é um músico e dono da Casa Amadeo, uma loja de música no Bronx, Nova York, que é um símbolo da música latino-americana. Ele chegou a Nova York aos 13 anos, vindo de Porto Rico, e se tornou uma figura importante na cena musical, tendo composto mais de 300 canções e trabalhado com artistas famosos como Celia Cruz e Héctor Lavoe. A loja, que abriu em 1941, passou a ser chamada de Casa Amadeo em 1969, quando Mike a comprou. Apesar da queda no número de clientes e de sua aversão ao reggaeton, ele continua a abrir a loja de segunda a sábado, sempre disposto a atender os poucos visitantes. Mike se recusa a ser chamado de nova-iorquino, afirmando sua identidade porto-riquenha e mantendo a tradição musical que representa. Ele não se preocupa com o futuro da loja após sua partida, pois acredita que seu papel é único e insubstituível.
Miguel Ángel Amadeo, conhecido como Mike, é um músico e proprietário da Casa Amadeo, uma loja de música icônica no Bronx, Nova York. Ele chegou à cidade em mil novecentos e quarenta e sete, aos treze anos, e se tornou uma lenda viva da música latino-americana. A loja, que remete à história da música na região, foi inaugurada em mil novecentos e quarenta e um e é a mais antiga de Nova York.
Amadeo compôs mais de trezentas canções, colaborando com grandes nomes como Celia Cruz e Héctor Lavoe. Ele não se identifica com o reggaeton, afirmando que sua verdadeira conexão está com gêneros tradicionais como a salsa. Apesar da diminuição da clientela, ele mantém a loja aberta de segunda a sábado, sempre disposto a atender os poucos clientes que ainda visitam o local.
A Casa Amadeo, localizada na 786 Prospect Ave, é um espaço onde os visitantes podem encontrar discos raros e conversar com Amadeo, que tem todo o seu estoque na memória. Ele utiliza um sistema de cartões manuscritos para organizar os produtos, mantendo a essência da loja. O músico expressa sua aversão ao reggaeton, afirmando: “Eu odeio reggaeton. É nada pessoal, mas eu acredito na forma.”
Embora a loja enfrente desafios, como a escassez de clientes e a falta de lançamentos recentes, Amadeo continua a operar com dedicação. Ele se recusa a ser rotulado como nova-iorquino, afirmando: “Eu sou porto-riquenho.” A Casa Amadeo permanece como um símbolo da cultura musical porto-riquenha e um testemunho da rica história da música latina em Nova York.
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