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Oliver Laxe conquista o Prêmio do Júri em Cannes com a impactante ‘Sirāt’

Oliver Laxe conquista o Prêmio do Jurado em Cannes com "Sirāt", um filme que aborda morte e espiritualidade, estreando na Espanha em junho.

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Oliver Laxe, um cineasta que se destacou em Cannes, ganhou o Prêmio do Jurado por seu novo filme “Sirāt”, que aborda temas de morte e espiritualidade. O filme será lançado nos cinemas da Espanha em 6 de junho e será distribuído nos EUA pela Neon. “Sirāt” é descrito como uma obra que mistura beleza e destruição, apresentando uma jornada existencial em um cenário que lembra uma guerra. Laxe, que trabalhou quase dez anos na história, fala sobre a busca de um pai por sua filha desaparecida em um grupo de nômades. Ele considera o filme uma cerimônia cinematográfica que provoca reflexões profundas no público. Laxe, que cresceu em uma família de imigrantes, acredita que suas experiências de vida moldaram sua arte e que a vida tem um propósito. Ele vive atualmente em um pequeno povoado na Galícia, onde continua a explorar temas de espiritualidade e simplicidade em seu trabalho.

Oliver Laxe, cineasta reconhecido, conquistou o Prêmio do Jurado no Festival de Cannes por seu novo filme, “Sirāt”. A obra, que aborda temas de morte e espiritualidade, será lançada nos cinemas espanhóis em 6 de junho e terá distribuição nos Estados Unidos pela Neon.

Laxe, que já apresentou filmes como “Mimosas” e “O que arde”, destaca-se por sua abordagem contemplativa. “Sirāt” foi projetada no terceiro dia do festival e rapidamente se tornou um dos títulos mais comentados, atraindo tanto elogios quanto críticas. O cineasta descreve a obra como uma “cerimônia cinematográfica”, onde o espectador é levado a uma reflexão profunda.

A narrativa de “Sirāt” se passa em um cenário que remete a uma possível terceira guerra mundial, onde um pai busca sua filha desaparecida. O filme é descrito como uma road movie existencial, com um forte subtexto metafísico. Laxe observa que a obra reflete a ansiedade contemporânea, afirmando que “tocar algo nos medos ou sonhos do espectador” é uma das suas intenções.

Após anos de trabalho em Marrrocos, Laxe retornou à sua terra natal, onde filmou “O que arde”. Ele expressa gratidão pela acolhida da indústria cinematográfica, que antes o mantinha em um espaço marginal. Atualmente, reside em um pequeno povoado na Galícia, onde continua a explorar sua arte.

A estreia de “Sirāt” em Navia de Suarna ocorrerá antes do lançamento oficial. A Neon, distribuidora que já conquistou Oscars com filmes como “Parasitas”, adquiriu os direitos do filme para os Estados Unidos. Laxe, que também se inspira na música e na dança, acredita que a arte é uma forma de lidar com as angústias da vida.

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