Kleber Mendonça Filho ganhou o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes pelo filme O Agente Secreto. No dia 25, ele postou fotos dos bastidores, incluindo uma com o cineasta iraniano Jafar Panahi, que também foi premiado. Kleber elogiou Panahi e lembrou que o entrevistou em seu primeiro documentário, O Crítico. Além disso, Wagner Moura, protagonista do filme, recebeu o prêmio de melhor interpretação masculina, mesmo não podendo estar presente por estar filmando em Londres. Moura agradeceu em um vídeo. Kleber também se despediu de Cannes em um vídeo, dirigindo por uma estrada com vista para o mar, e agradeceu pela experiência. O júri fez uma exceção ao premiar O Agente Secreto com dois prêmios, e Kleber homenageou sua esposa, Emilie Lesclaux, produtora do filme. O cinema brasileiro continua a ser celebrado em Cannes, com especialistas destacando um bom momento para o país.
O cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho celebrou sua vitória como melhor diretor no Festival de Cannes, onde seu filme O Agente Secreto foi reconhecido. Neste domingo, 25, ele compartilhou imagens dos bastidores do festival, incluindo uma foto ao lado do iraniano Jafar Panahi, que também foi premiado. Kleber descreveu Panahi como “um grande cineasta”, relembrando que ele foi entrevistado em seu primeiro longa, o documentário O Crítico, de 2008.
Além da premiação de direção, Kleber também recebeu o prêmio de melhor interpretação masculina em nome de Wagner Moura, protagonista de O Agente Secreto. Moura não pôde comparecer à cerimônia, pois estava filmando em Londres, mas se manifestou por vídeo, agradecendo a todos.
Despedida de Cannes
Kleber publicou um vídeo se despedindo da Côte D’Azur, onde fica Cannes. Na gravação, ele dirige por uma estrada com vista para o mar, enquanto a trilha sonora é do filme Ladrão de Casaca. “Tchau Cannes! Tu é doida. Obrigado!”, escreveu o cineasta em suas redes sociais.
O júri do festival fez uma exceção ao premiar O Agente Secreto com dois prêmios, quebrando uma regra tradicional. Kleber também prestou homenagem à sua esposa, Emilie Lesclaux, produtora do filme, chamando-a de “namorada”. A presença do cinema brasileiro em Cannes continua a ser celebrada, com especialistas afirmando que o país está em uma “ótima onda”.
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