Selton Mello está gravando a sexta temporada da série “Sessão de terapia”, que deve estrear em 2024. A série, que já tem cinco temporadas, é uma adaptação da produção israelense “BeTipul”. Nesta nova fase, a atriz Grace Passô entra como Rosa Gabriel, uma nova terapeuta. Selton fala sobre sua experiência com saúde mental, incluindo a perda de sua mãe para Alzheimer e sua própria luta contra a depressão. Ele diz que atuar traz leveza à sua vida e que aprendeu a lidar melhor com seus desafios emocionais. A série é conhecida por seus diálogos profundos e mistura elementos teatrais e cinematográficos. Grace Passô elogia a maturidade da série em tratar temas complexos. A autora Jaqueline Vargas comenta que os personagens refletem as neuroses do público brasileiro, enquanto Tatiana Costa, da Direção de Conteúdos Digitais, destaca a busca por entender a complexidade humana. O produtor Roberto d’Ávila ressalta a importância da verossimilhança nas evoluções terapêuticas. Selton se sente preparado para abordar esses temas, pois já fez terapia e aprendeu a reconhecer seus próprios sintomas de depressão e ansiedade, o que até causou mudanças na abordagem do seu terapeuta.
Selton Mello, protagonista e diretor da série Sessão de terapia, está em gravações da sexta temporada, com estreia prevista para 2024. A série, que já conta com cinco temporadas, é uma adaptação da israelense BeTipul. Nesta nova fase, a atriz Grace Passô se junta ao elenco como Rosa Gabriel, uma nova terapeuta.
Durante as filmagens, Selton reflete sobre sua experiência com saúde mental, incluindo a perda de sua mãe para Alzheimer e sua luta pessoal contra a depressão. Ele menciona que a atuação é uma forma de leveza em sua vida, destacando que, com o tempo, aprendeu a lidar melhor com os desafios emocionais. “Agora entro num buraco profundíssimo, mergulho na vertical, como ir às profundezas e volto rápido”, afirma.
A dinâmica da série é marcada por diálogos entre os personagens, com uma abordagem que mistura elementos teatrais e cinematográficos. Selton explica que, apesar da aparência fluida, a produção envolve muitos cortes e mudanças de lente, aproximando-se mais do cinema. Grace Passô, que também estreia como diretora em um filme da Globo Filmes, elogia a maturidade da série em abordar temas complexos.
A autora Jaqueline Vargas destaca que a construção dos personagens reflete o cotidiano e as neuroses do público brasileiro. A série busca iluminar a complexidade humana e os dilemas universais, segundo Tatiana Costa, Diretora de Gestão de Conteúdos Digitais & Canais Pagos. O produtor Roberto d’Ávila enfatiza a importância de manter a verossimilhança nas evoluções terapêuticas apresentadas.
Selton compartilha que a temática da série ressoa com sua vida pessoal, especialmente ao lidar com a dor do Alzheimer. Ele se sente preparado para abordar esses temas, tendo feito terapia e aprendido a reconhecer seus próprios sintomas de depressão e ansiedade. O ator revela que sua vida pessoal também influencia sua atuação, até mesmo causando um leve transtorno ao seu terapeuta, que teve que mudar sua abordagem nas sessões.
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