A Virada Cultural de São Paulo atraiu 4,7 milhões de pessoas com mais de mil apresentações em 24 horas, incluindo shows, filmes e peças de teatro. O destaque foi o show de Liniker, que reuniu 120 mil fãs. Este ano, a programação teve mudanças de última hora, como o cancelamento da apresentação de Marina Lima, que foi substituída pela rapper Duquesa, e atrasos em shows de Belo e Karol Conká. A segurança foi reforçada com dez mil agentes e drones. O evento também trouxe artistas internacionais, como o grupo senegalês Orchestra Baobab e a banda argentina La Delio Valdez. A prefeitura investiu R$ 26 milhões em contratações, com João Gomes recebendo o maior cachê de R$ 750 mil por dois shows. A movimentação econômica gerada pela Virada é estimada em R$ 300 milhões, refletindo a evolução do evento, que agora conta com grandes nomes da música.
A Virada Cultural de São Paulo deste final de semana atraiu 4,7 milhões de pessoas com uma programação diversificada, incluindo mais de mil apresentações artísticas. O evento, que se estendeu por 24 horas, contou com shows, exibições de filmes e peças de teatro em diversos locais da cidade.
O destaque da programação foi o show de Liniker, que reuniu 120 mil pessoas no palco Anhangabaú. A cantora, que está em alta com sua turnê “Caju”, fez uma apresentação memorável. Diferente de edições anteriores, os grandes nomes se apresentaram em horários variados, com algumas atrações ocorrendo na noite de sábado e na tarde de domingo.
Mudanças e Desafios
Apesar do sucesso, a Virada Cultural enfrentou mudanças de última hora e falhas técnicas. A apresentação de Marina Lima foi cancelada sem aviso prévio, e a rapper Duquesa a substituiu. Além disso, atrasos foram registrados em shows como o de Belo e Karol Conká. A segurança do evento foi reforçada, com cerca de dez mil agentes e monitoramento por drones.
A programação incluiu artistas de diversos estilos, como o grupo senegalês Orchestra Baobab e a banda argentina La Delio Valdez. A carreta de Belém, com a aparelhagem Tudão Crocodilo, também fez sua estreia, animando o público com um repertório variado.
Impacto Econômico
A prefeitura investiu R$ 26 milhões em contratações artísticas, com cachês que variaram, sendo João Gomes o mais bem pago, recebendo R$ 750 mil por dois shows. A movimentação econômica gerada pelo evento é estimada em R$ 300 milhões. A Virada Cultural, que já foi sinônimo de artistas independentes, agora aposta em grandes nomes da música, refletindo a evolução do evento ao longo dos anos.
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