O Rio2C, um grande evento de inovação na América Latina, começou com o Summit Game+, que foca no mercado de games e eSports. O evento discutiu como os games podem ser uma vitrine de negócios e como a competição pode ajudar a atrair investimentos. Um dos painéis abordou a relação entre futebol e games, destacando a Kings League Brasil, que mistura atletas e influenciadores em uma versão gamificada do futebol. Leandro Valentim, CEO da Player 1, comentou sobre a importância dos Jogos Olímpicos de eSports em 2027 e como isso representa uma nova forma de orgulho nacional. Ele também mencionou que a falta de uma liga profissional no futebol brasileiro impede um desenvolvimento mais sólido. Rafael Gimenes, da Kings League Brasil, elogiou a imersão das plataformas de games, que agora funcionam como redes sociais. Rodrigo Terra, da Abragames, destacou a resiliência da indústria de games no Brasil, que está crescendo de forma sustentável, e pediu mais investimento do governo para impulsionar o setor. O Brasil é o maior mercado de games da América Latina, movimentando cerca de R$ 14 bilhões por ano e empregando mais de 13 mil pessoas.
Começou nesta terça-feira, dia 27, o Rio2C, maior encontro de inovação e criatividade da América Latina. Um dos destaques do primeiro dia foi o Summit Game+, que se dedica ao mercado de games e eSports. O evento abordou temas como a gameficação de esportes tradicionais e o impacto do cenário competitivo nas carreiras e investimentos.
Durante o painel “Convergência Digital: Futebol, Games e o Futuro da interação com as gerações Z e Alpha”, Leandro Valentim, fundador e CEO da Player 1, destacou a relevância dos Jogos Olímpicos de eSports em 2027. Ele afirmou que essa nova forma de competição representa um grande paradigma para o orgulho nacional, semelhante ao que ocorreu com o skate.
Valentim também comentou sobre a Kings League Brasil, que combina futebol com influenciadores e celebridades. Ele ressaltou que a rápida adesão das marcas foi crucial para o sucesso da competição. O CEO apontou que a falta de uma liga profissional no futebol brasileiro impede um desenvolvimento mais estruturado do esporte.
Indústria de Games no Brasil
Rafael Gimenes, gerente de marketing da Kings League Brasil, elogiou a imersão das plataformas de videogames, que agora atuam como redes sociais. Ele afirmou que o sucesso da Kings League se deve à sua capacidade de gerar conteúdo e discussão nas redes sociais.
Rodrigo Terra, presidente da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Games (Abragames), destacou a resiliência da indústria nacional em meio a instabilidades globais. Ele afirmou que o Brasil, com um mercado de R$ 14 bilhões anuais, apresenta um crescimento sustentável, mas agora precisa de mais investimento público para expandir ainda mais.
O Brasil é o maior mercado de games da América Latina, empregando mais de 13 mil profissionais e abrigando mais de 1.000 estúdios independentes. A participação do governo é vista como essencial para transformar o setor em um mercado em franco crescimento.
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