Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Roteiristas adaptam ‘Cem anos de solidão’ e celebram identidade colombiana na série

Adaptação de "Cem anos de solidão" avança com série na Netflix, explorando a nova geração dos Buendía e eventos históricos da Colômbia.

0:00
Carregando...
0:00

A série “Cem anos de solidão”, baseada no famoso livro de Gabriel García Márquez, está sendo adaptada pela Netflix, após a morte do autor, que sempre rejeitou adaptações. A roteirista Camila Brugés, que faz parte da equipe de roteiristas, comentou sobre os desafios de transformar a obra em uma série, destacando que a adaptação é um processo de tradução e que é possível adaptar qualquer obra. A série, filmada na Colômbia com uma equipe local, terá 16 horas de duração e precisou selecionar muitos personagens e histórias do livro. Brugés, que leu o livro apenas dois anos antes de ser convidada para o projeto, agora tem um grande respeito pela obra. A produção é vista como importante para a indústria audiovisual colombiana, que já estava em crescimento. A segunda temporada da série está em desenvolvimento e irá explorar a próxima geração da família Buendía, incluindo eventos históricos como o Massacre das Bananeiras, que ocorreu em 1928.

Cem anos de solidão, obra de Gabriel García Márquez, será adaptada em série pela Netflix, após a negociação dos direitos por Rodrigo Garcia, filho do autor. A produção será filmada na Colômbia e já está em desenvolvimento a segunda temporada, que abordará a próxima geração da família Buendía e eventos históricos, como o Massacre das Bananeiras.

A roteirista Camila Brugés, que participa do painel sobre a “essência latina” no Rio2C, comentou sobre os desafios da adaptação. “Não existe obra inadaptável”, afirmou Brugés. Ela destacou que o time de roteiristas acredita que a adaptação é um processo de tradução, onde é necessário entender o que se quer transportar do original para outra linguagem.

Brugés mencionou a complexidade da obra, que possui uma vasta quantidade de personagens e tramas. “Tivemos que selecionar o que colocar em 16 horas”, explicou. A série busca ser envolvente e fiel ao espírito do livro, que narra a história da família Buendía em Macondo, marcada por amores, guerras e loucuras.

A roteirista, que trabalhou com outros roteiristas colombianos e o porto-riquenho José Rivera, ressaltou a importância de filmar na Colômbia. “Seria um erro fazer em qualquer outro lugar”, disse. A produção é vista como um marco para a indústria audiovisual colombiana, que já estava em crescimento devido a incentivos estatais.

Brugés finalizou seu trabalho na primeira temporada recentemente e já entregou o roteiro da segunda, que será a última. “Iremos cobrir o resto da história que não contamos”, afirmou. A nova temporada mostrará uma Colômbia mais moderna e os impactos do Massacre das Bananeiras, que ocorreu em 1928.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais