Sebastião Salgado, famoso fotógrafo brasileiro, faleceu recentemente aos 81 anos. Uma grande exposição com mais de cem de suas fotos será inaugurada no Museu Fotografiska, em Xangai, no dia 18 de julho, sendo uma das primeiras mostras póstumas dele. Milton Guran, fotógrafo e amigo de Salgado, destacou a empatia que suas imagens geram no público, especialmente na China, onde seu trabalho se destacou em meio a outras obras. A exposição em Xangai será uma celebração da obra de Salgado e da cultura brasileira, incluindo música, palestras e a exibição do filme “O Sal da Terra”. Algumas fotos pouco conhecidas de Salgado na China também serão apresentadas. A influência dele é evidente, e sua obra é considerada universal, tocando muitas pessoas ao redor do mundo.
Sebastião Salgado, renomado fotógrafo brasileiro, faleceu recentemente aos oitenta e um anos. Uma grande exposição de suas obras será inaugurada no dia dezoito de julho no Museu Fotografiska, em Xangai. Esta mostra, que contará com mais de cem imagens, será uma das primeiras exibições póstumas do artista.
A exposição em Xangai representa um desejo de Salgado de estar presente na China. O fotógrafo Milton Guran, que conheceu Salgado há mais de quarenta anos, destacou a capacidade do artista de projetar “a vida por trás da imagem”. Guran também participou da curadoria da exposição “Do Brasil à Terra”, realizada em Pequim no ano passado, onde observou a empatia que o trabalho de Salgado gerou no público chinês.
A influência de Salgado na China é evidente, com reações significativas à sua morte nas redes sociais. Christian Devillers, diretor do Fotografiska de Xangai, mencionou que Salgado estava presente em muitas conversas antes de sua internação em Paris. A mostra em Xangai será uma celebração da obra de Salgado e da cultura brasileira, incluindo música, palestras e a exibição do filme “O Sal da Terra”, de Wim Wenders.
Além disso, a exposição apresentará imagens pouco conhecidas de Salgado feitas na China. Jean-Luc Monterosso, fundador da Casa Europeia de Fotografia, ressaltou que a obra de Salgado é universal e toca o grande público. Ele foi descrito como o “olho do planeta”, tendo visto o que poucos tiveram a oportunidade de registrar. A mostra em Xangai promete ser um tributo à sua contribuição para a arte e para a humanidade.
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