Na semana passada, a feira de arte contemporânea VIMA abriu suas portas pela primeira vez em Limassol, Chipre, atraindo muitos visitantes interessados na cena artística local e na posição crescente do país na arte mediterrânea. A feira, que é a primeira do tipo em Chipre, foi criada por Lara Kotreleva, Edgar Gadzhiev e Nadezhda Zinovskaya para oferecer uma plataforma significativa para a arte cipriota. O evento também busca conectar artistas, colecionadores e amantes da arte de todo o mundo. O local escolhido foi um antigo espaço industrial que já foi uma vinícola, proporcionando um ambiente que une passado e presente. A exposição especial chamada “A Posteridade do Sol” apresenta obras de 17 artistas de Chipre e de outros países mediterrâneos, explorando a relação entre arte, história e natureza. Entre as obras destacadas estão esculturas do ceramista cipriota Valentinos Charalambous e peças da artista tunisiano-italiana Monia Ben Hamouda. A feira contou com quase 30 galerias e cerca de 100 artistas de 20 países, refletindo a importância histórica e geográfica de Chipre. Além das exposições, o evento ofereceu uma variedade de atividades públicas, como palestras e performances, e foi um grande sucesso entre os visitantes, marcando um passo importante para a arte em Chipre.
A primeira feira de arte contemporânea em Chipre, VIMA, ocorreu em Limassol, atraindo visitantes em busca de novas perspectivas sobre a cena artística local. O evento, que aconteceu de 20 a 22 de maio, foi idealizado por Lara Kotreleva, Edgar Gadzhiev e Nadezhda Zinovskaya, com o objetivo de criar uma plataforma significativa para a arte cipriota.
O espaço escolhido para a feira foi um antigo local industrial, que anteriormente abrigava a vinícola SODAP, revitalizando a área e conectando o passado ao presente. A exposição inaugural incluiu uma mostra especial chamada “A Posteridade do Sol”, que apresentou obras de dezessete artistas de Chipre e outros países mediterrâneos, promovendo um diálogo entre arte, arquitetura histórica e natureza.
O curador Ludovic Delalan destacou a importância do contexto histórico e social na concepção da exposição. Ele buscou integrar a luz solar e a vegetação do local, preservando as marcas do tempo. Entre as obras notáveis, estão as esculturas de Valentinos Charalambous e a instalação “Shroud” de Adrian Pepe, que simboliza a reparação de edifícios danificados.
A feira contou com a participação de cerca de trinta galerias e aproximadamente cem artistas de vinte países, refletindo a posição histórica de Chipre como um ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente. Marina Genadieva, artista grega, apresentou um mapa das espécies de flores endêmicas da zona de buffer de Chipre, ressaltando a importância da documentação artística.
Além das exposições, VIMA ofereceu uma programação diversificada, incluindo palestras, performances e visitas guiadas, consolidando-se como um evento de grande sucesso. Os organizadores expressaram satisfação com o resultado e a expectativa de continuidade para fortalecer o mercado de arte local.
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