Benicio Del Toro é o protagonista de “O Esquema Fenício”, o novo filme de Wes Anderson que estreou no Festival de Cannes. No filme, Del Toro interpreta Zsa-zsa Korda, um empresário do leste europeu que enfrenta crises existenciais após várias tentativas de assassinato. A história também mostra a relação complicada entre Korda e sua filha Liesl, uma freira prestes a fazer seus votos, interpretada por Mia Threapleton. O filme discute temas como herança familiar e crítica ao cenário político dos Estados Unidos. Anderson, conhecido por seu estilo visual, disse que a obra reflete sobre o poder e suas consequências. O longa foi gravado no estúdio Babelsberg, na Alemanha, e é o 12º filme de Anderson, além de ser o quarto a concorrer à Palma de Ouro. Embora não tenha ganhado prêmios, “O Esquema Fenício” gerou debates sobre a experiência de assistir a filmes na era digital, misturando humor e crítica social.
Benicio Del Toro protagoniza “O Esquema Fenício”, novo filme de Wes Anderson, que estreou no Festival de Cannes. O longa, que explora crises existenciais e herança familiar, traz Del Toro como Zsa-zsa Korda, um empresário do leste europeu que sobrevive a várias tentativas de assassinato.
Korda, interpretado por Del Toro, enfrenta uma crise existencial após as tentativas de assassinato. Ele busca a ajuda de sua filha Liesl, uma freira prestes a completar seus votos, interpretada por Mia Threapleton. O filme aborda a relação disfuncional entre pai e filha enquanto eles tentam realizar um projeto ambicioso no deserto.
Wes Anderson, conhecido por seu estilo visual e narrativas irônicas, afirmou que o filme reflete sobre o poder e suas consequências. Korda, um personagem que construiu sua fortuna por meios questionáveis, representa uma crítica ao cenário político americano. Anderson mencionou que começou a escrever a obra com a intenção de explorar a obscuridade do personagem.
O filme, gravado no estúdio Babelsberg, na Alemanha, destaca a estética característica de Anderson, com cenários meticulosamente elaborados. O diretor comentou sobre as novas tarifas propostas por Donald Trump para filmes estrangeiros, ressaltando as implicações disso para a indústria cinematográfica.
“O Esquema Fenício” é o 12º longa de Anderson e o quarto a concorrer à Palma de Ouro. Apesar de não ter conquistado prêmios, o filme gerou discussões sobre a fragmentação da experiência cinematográfica na era digital. A obra, que combina humor ácido e crítica social, promete ser mais uma contribuição significativa para a filmografia do diretor.
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