Sufjan Stevens revisitou seu álbum “Carrie & Lowell” para marcar seu décimo aniversário e expressou arrependimento sobre o trabalho, chamando-o de “falha criativa”. Lançado em março de 2015, o álbum fala sobre a morte de sua mãe e sua relação com o padrasto. Apesar do sucesso comercial, Stevens revelou que o processo de gravação foi doloroso e que ele se sentiu manipulativo e egocêntrico ao tentar transformar sua dor em arte. Ele se sentiu frustrado por não conseguir resolver a experiência de luto nas músicas. Em sua reflexão, ele disse que se sente envergonhado por não ter a autoridade para falar sobre a vida e a morte de sua mãe. Ele lamentou que ela não esteja viva para compartilhar sua própria perspectiva. A nova edição do álbum incluirá demos e um ensaio onde ele discute suas experiências durante a gravação.
Sufjan Stevens revisita seu álbum “Carrie & Lowell” em uma nova análise, a tempo de seu décimo aniversário. Lançado em março de 2015, o disco abordou a morte de sua mãe e sua relação com o padrasto, alcançando sucesso comercial e crítico.
Em entrevista à NPR, Stevens descreveu o álbum como “evidência de falha criativa”. Ele refletiu sobre o processo doloroso de gravação e a ausência da voz de sua mãe na narrativa. O músico afirmou que sua abordagem para transformar a dor em arte não teve sucesso, resultando em frustração.
Stevens admitiu que se sente “envergonhado” pelo álbum, ressaltando que não possui autoridade sobre a vida e a morte de sua mãe. Ele lamentou a impossibilidade de saber como ela se sentiria em relação ao trabalho. “É uma pena que minha mãe não esteja viva e não possa falar por si mesma,” disse.
A reedição do álbum incluirá demos e um ensaio que explora suas reflexões sobre a gravação. Entre os materiais adicionais, destaca-se uma versão demo da canção “Mystery of Love,” que foi indicada ao Oscar e ao Grammy após sua inclusão na trilha sonora do filme “Call Me by Your Name.”
Entre na conversa da comunidade