Taís Araujo, conhecida por seu papel em “Vale Tudo”, foi confirmada como protagonista de uma cinebiografia sobre a cantora Elza Soares, que deve começar a ser filmada em 2026. O roteiro será escrito por Patrícia Andrade e Viviane Pistache, e a produção vai contar a história de vida e os desafios enfrentados por Elza. Esta não é a primeira vez que Taís interpreta a artista; em 2003, ela já havia vivido Elza no filme “Garrincha: Estrela Solitária”. A produtora Andrea Barata Ribeiro descreveu Elza como uma “fênix”, destacando sua trajetória de superação da pobreza e do esquecimento até alcançar o estrelato, além de enfrentar perdas e preconceitos. O filme deve explorar não só sua carreira musical, mas também questões sociais como racismo e violência de gênero. Elza Soares faleceu em 2022, deixando um importante legado na música brasileira.
Taís Araujo foi confirmada como protagonista de uma cinebiografia sobre Elza Soares, uma das maiores vozes da música brasileira. As filmagens estão previstas para o segundo semestre de 2026 e a produção será realizada pela O2 Filmes. A informação foi divulgada pela revista Variety.
O roteiro ficará a cargo de Patrícia Andrade e Viviane Pistache. A cinebiografia abordará a vida e os desafios enfrentados por Elza, que faleceu em 2022, aos 91 anos. Esta será a segunda vez que Taís interpreta a cantora, tendo feito o papel anteriormente em 2003, no filme “Garrincha: Estrela Solitária”.
Andrea Barata Ribeiro, sócia da O2 Filmes, descreveu Elza Soares como uma “fênix”, ressaltando sua trajetória de superação. Ela destacou que a artista passou da pobreza extrema ao estrelato, enfrentando desafios como a morte de filhos e casamentos desfeitos. Barata Ribeiro comparou Elza a Ella Fitzgerald, afirmando que sua biografia é repleta de drama e resiliência.
Ainda não foram divulgados detalhes sobre a direção e o restante do elenco. A expectativa é que o filme retrate não apenas a carreira musical de Elza, mas também suas lutas sociais, incluindo questões de racismo e violência de gênero. A artista se tornou um símbolo antirracista e feminista, deixando um legado significativo na cultura brasileira.
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