João Máximo Ferreira Chaves, um importante jornalista cultural e esportivo, completou 90 anos e tem 65 anos de carreira. Ele começou a trabalhar no jornalismo em 1959, após se formar em odontologia, mas decidiu seguir a carreira de jornalista. Ganhou prêmios importantes, como o Prêmio Esso, e cobriu várias Copas do Mundo. Além do jornalismo, tem uma grande paixão pela música, que começou na infância. João escreveu uma biografia sobre Noel Rosa, que é considerada uma das melhores do Brasil, e produziu uma série sobre Vinicius de Moraes. Ele trabalhou em vários jornais, incluindo O GLOBO, onde ficou até 2018. Atualmente, vive em Teresópolis com sua companheira Elca, se dedica à leitura, música e estudos informais, e evita convites para dar testemunhos sobre sua carreira.
João Máximo Ferreira Chaves, um dos principais nomes do jornalismo cultural e esportivo do Brasil, completou 90 anos nesta quinta-feira, dia 29 de maio de 2025. Com uma carreira de 65 anos, ele é reconhecido por suas coberturas de Copas do Mundo e por prêmios significativos, como o Prêmio Esso.
Após se aposentar do GLOBO em 2018, João se mudou para Teresópolis com sua companheira, Elca. Atualmente, ele se dedica à leitura, música e estudos informais, evitando convites para dar testemunhos sobre sua trajetória. Em uma recente entrevista, recordou momentos marcantes de sua vida e carreira.
João começou sua trajetória no jornalismo em 1959, após se formar em odontologia. Ele trabalhou inicialmente no Vasco, seu clube do coração, e logo se tornou estagiário da Tribuna da Imprensa. Em 1963, ganhou seu primeiro Prêmio Esso pela cobertura do famoso Fla-Flu. Ao longo dos anos, cobriu diversas Copas do Mundo, incluindo as de 1966, 1982, 1994 e 1998.
Contribuições Musicais
A paixão de João pela música se intensificou em 1979, quando começou a escrever para o Caderno B do Jornal do Brasil. Ele se destacou na biografia de Noel Rosa, lançada em 1990, e produziu uma série sobre Vinicius de Moraes em 1993. João também escreveu sobre trilhas sonoras de cinema, consolidando-se como uma referência na música brasileira.
Embora tenha se aposentado, ele mantém um apartamento em Vila Isabel e visita frequentemente seus três netos e duas bisnetas no Rio de Janeiro. João expressa saudade do ambiente das redações, mas se considera aposentado. Ele evita a posição de “testemunha ocular da história”, preferindo focar em suas atividades pessoais e estudos.
Entre na conversa da comunidade