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Papatinho lança ‘Música Popular Carioca’ e revive o funk dos anos 90 no Rio

Papatinho lança "Música Popular Carioca", um álbum que revive o funk dos anos 90 com colaborações de artistas de várias gerações.

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Tiago da Cal Alves, conhecido como Papatinho, lançou hoje seu álbum “Música Popular Carioca”, que revive o funk dos anos 90. Ele trabalhou em seu estúdio no Rio de Janeiro para finalizar os vídeos que acompanharão o disco, que chega às plataformas de streaming às 21h. Papatinho, que já colaborou com artistas como Anitta e Shakira, busca trazer uma nova energia ao trap atual, misturando artistas de diferentes gerações, incluindo nomes históricos do funk carioca e novos talentos. O álbum reflete a época em que o funk estava começando e enfrentava preconceito, e Papatinho usou equipamentos antigos para criar as batidas de forma artesanal. Ele acredita que o funk das antigas pode renovar a cena atual do trap, que ele considera monótona. O álbum também faz referência a momentos marcantes dos bailes, como as batalhas de corredor, mas sem promover a violência.

Tiago da Cal Alves, conhecido como Papatinho, lança hoje seu álbum “Música Popular Carioca”. O disco, que chega às plataformas de streaming às 21h, revive o funk dos anos 90 e reúne artistas de várias gerações.

O DJ e produtor de 38 anos, que já colaborou com nomes como Anitta e Shakira, busca trazer uma nova energia ao trap atual. Em seu estúdio no Rio de Janeiro, Papatinho finalizou os vídeos que acompanharão o lançamento. Ele utiliza equipamentos de época, como a MPC, para criar um som artesanal, semelhante ao que era feito nos bailes cariocas da década de 1990.

“Música Popular Carioca” conta com a participação de artistas históricos do funk, como MC Cidinho, Duda do Borel e Fernanda Abreu, além de novos talentos como Kevin O Chris e L7nnon. Papatinho destaca que o álbum retrata a cena musical de 1996, época em que o funk era um gênero emergente e enfrentava preconceitos.

Revivendo o Passado

O produtor, que começou sua carreira no rap, menciona que a música da época era marcada por influências do Miami Bass e do funk melody. Ele observa que, embora o funk e o trap tenham se misturado, o álbum busca resgatar a batida acelerada do funk carioca. Papatinho acredita que essa renovação é necessária em um momento de mesmice no trap.

Além disso, o álbum não ignora a estética dos bailes de corredor, que eram conhecidos por suas batalhas entre grupos. Papatinho afirma que sua intenção não é trazer de volta a violência, mas sim capturar a energia e a emoção que a música proporciona. O disco promete ser um marco na fusão entre o passado e o presente da música carioca.

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