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Kaitlyn Dever transforma dor pessoal em atuação intensa em “The Last of Us”

Kaitlyn Dever filmou cena de tortura e assassinato de Joel em "The Last of Us" apenas três dias após enterrar sua mãe.

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Kaitlyn Dever, que interpreta Abby Anderson na segunda temporada de “The Last of Us”, revelou que filmou uma cena intensa de tortura e assassinato de Joel apenas três dias após a morte de sua mãe, que lutou contra o câncer de mama. Em uma entrevista, ela contou que não teve tempo para ensaiar e que a cena mexeu profundamente com sua dor pessoal. Dever expressou que a raiva e a fúria que sentiu foram transformadas em sua atuação, refletindo sobre a perda e a dor que vivenciou. Ela mencionou que a experiência de ver o corpo da mãe a impactou muito e que se inspirou nas palavras de Andrew Garfield, que também perdeu a mãe, sobre como a arte pode ajudar a lidar com o luto. Ambos encontraram na atuação uma forma de curar suas feridas emocionais.

Kaitlyn Dever, que interpreta Abby Anderson na segunda temporada de “The Last of Us”, da HBO, revelou que filmou uma cena intensa de tortura e assassinato de Joel apenas três dias após a morte de sua mãe, Kathy Dever. A atriz expressou sua dor pessoal durante a atuação, que ocorreu em um momento delicado de sua vida.

Em entrevista à GQ, Dever contou que não houve tempo para ensaios e que a gravação da cena, onde sua personagem vinga a morte do pai, foi particularmente difícil. “Acho que o que torna Abby tão poderosa e avassaladora é a escuridão dentro dela e porque sua dor é tão intensa,” afirmou. A cena, que envolve a tortura e morte do personagem Joel, interpretado por Pedro Pascal, foi gravada em um momento em que a atriz estava lidando com sua própria perda.

Dever mencionou que a experiência de filmar a cena a fez refletir sobre a morte e a dor. “Eu tinha acabado de vivenciar isso,” disse, referindo-se à morte de sua mãe. Ela também compartilhou que as palavras de Andrew Garfield, que também perdeu a mãe, a ajudaram a lidar com seu luto. Garfield falou sobre como a arte pode ser uma forma de curar feridas emocionais, algo que Dever também buscou em sua atuação.

A atriz destacou que, apesar da dor, a atuação permitiu que ela transformasse sua angústia em arte. “Eu queria que a raiva e a fúria fossem algo poderoso,” explicou. Essa conexão entre a vida pessoal e o trabalho artístico mostra como a atuação pode ser um meio de enfrentar e expressar emoções profundas.

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