A Amazon Prime Video anunciou que a série documental “A Mulher da Casa Abandonada” estreia em 15 de agosto. A série é baseada no podcast que conta a história de Margarida Bonetti, uma mulher que vive em uma mansão deteriorada em Higienópolis, São Paulo, e que é foragida do FBI. Ela e seu marido foram acusados de manter uma mulher em condições análogas à escravidão nos Estados Unidos. A série terá três episódios, com novos depoimentos e detalhes sobre o caso, e é dirigida por Katia Lund. O podcast original, criado pelo repórter Chico Felitti, já havia revelado os abusos sofridos pela vítima. Margarida, que fugiu para o Brasil antes do julgamento, nunca foi condenada, pois o crime prescreveu. Sua mansão, avaliada em R$ 15 milhões, está em péssimas condições e se tornou um ponto de curiosidade pública. A série promete aprofundar a história e suas consequências, trazendo mais visibilidade ao caso.
A Amazon Prime Video anunciou a estreia da série documental “A Mulher da Casa Abandonada” para 15 de agosto. A produção, baseada no podcast homônimo, explora a vida de Margarida Bonetti, conhecida por viver reclusa em uma mansão deteriorada em Higienópolis, São Paulo.
A série contará com três episódios que serão lançados simultaneamente e trará novos depoimentos, incluindo informações do FBI e relatos de testemunhas. A direção é de Katia Lund, com colaboração de Livia Gama e Yasmin Thayná. O projeto visa aprofundar a compreensão sobre o caso, que ganhou notoriedade nacional e internacional.
Margarida Bonetti, herdeira da elite paulistana, é foragida do FBI e foi acusada, junto com seu marido Renê Bonetti, de manter uma mulher em condições análogas à escravidão nos Estados Unidos por mais de 20 anos. Renê foi condenado a seis anos e meio de prisão, enquanto Margarida fugiu para o Brasil antes do julgamento, e o crime prescreveu.
A mansão da família, avaliada em cerca de R$ 15 milhões, está em estado precário, com lixo e entulho acumulados. Há uma disputa judicial entre Margarida e seus irmãos pela propriedade. Em 2022, a Polícia Civil investigou relatos de problemas de saúde mental da mulher, mas o inquérito foi arquivado após perícia não constatar riscos.
O casarão se tornou uma atração pública, atraindo curiosos e moradores, o que levou Margarida a deixar a casa temporariamente. O Instituto Luísa Mell resgatou duas cachorras deixadas na propriedade após denúncias de maus-tratos. Apesar do isolamento, Margarida concedeu algumas entrevistas, mas continua vivendo na mansão, frequentemente com o rosto coberto por uma pomada branca para proteger a pele.
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