Sebastião Salgado, famoso fotógrafo brasileiro, faleceu aos 81 anos em Paris, no dia 23 de maio de 2025, devido a leucemia e complicações de malária. Seu corpo foi cremado em uma cerimônia no cemitério Père-Lachaise, com a presença de cerca de 250 amigos e familiares. A primeira exposição póstuma de sua obra, chamada “Trabalhadores”, foi inaugurada na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, com 149 fotos que mostram diferentes tipos de trabalho manual, desde garimpeiros até pescadores. A mostra, que já era planejada antes de sua morte, é uma seleção de um projeto que Salgado começou nos anos 1980. Além disso, uma nova exposição está programada para abrir em Xangai em julho, apresentando imagens menos conhecidas de sua carreira e focando em sua crítica social.
O renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado faleceu aos 81 anos em 23 de maio de 2025, em Paris, devido a leucemia e complicações de malária. Seu corpo foi cremado em uma cerimônia no cemitério Père-Lachaise, com a presença de cerca de 250 familiares e amigos.
A primeira exposição póstuma de Salgado, intitulada “Trabalhadores”, foi inaugurada na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, em 30 de maio de 2025. A mostra apresenta 149 imagens que retratam diferentes formas de trabalho manual, desde garimpeiros em Serra Pelada até pescadores na Sicília. A curadoria foi realizada por sua esposa, Lélia Wanick Salgado.
Além disso, uma nova exposição está programada para Xangai, com abertura marcada para 18 de julho de 2025. Esta mostra destacará a denúncia social presente na obra de Salgado, incluindo imagens pouco conhecidas feitas na China. O curador francês Jean-Luc Monterosso está à frente da seleção de fotos.
Salgado, conhecido por seu olhar humanista e ambientalista, deixou um legado significativo na fotografia. Suas obras, como “Êxodos” e “Gênesis”, abordam temas sociais e ambientais, refletindo a condição humana em diversas partes do mundo. A exposição “Trabalhadores” volta ao Brasil após mais de 20 anos e é considerada uma das coletâneas fundamentais de sua carreira.
Durante a cerimônia de cremação, amigos e familiares prestaram homenagens, destacando o impacto de Salgado na fotografia e seu engajamento social. O fotógrafo sempre defendeu que a dignidade humana deve ser retratada com a mesma luz, independentemente do contexto.
Entre na conversa da comunidade