Benjamin Seroussi está liderando uma campanha para arrecadar R$ 17 milhões para restaurar o Teatro de Arte Israelita Brasileiro (Taib), que está fechado desde 2000. Até agora, foram arrecadados R$ 3,3 milhões. O teatro, que fica no subsolo da Casa do Povo em São Paulo, é um espaço importante para a cultura e a resistência artística. A campanha inclui eventos, como um jantar e apresentações artísticas, com ingressos a partir de R$ 2.000. A restauração visa modernizar a infraestrutura do local, que foi um centro de teatro ídiche e, mais tarde, de vanguarda nas artes cênicas. A reforma também busca preservar a história do Taib, que teve um papel significativo durante períodos de autoritarismo no Brasil. O projeto começou em 2019 e, apesar de ter sido afetado pela pandemia, a mobilização foi retomada. A meta é que o teatro volte a funcionar em 2027.
O Teatro de Arte Israelita Brasileiro (Taib), inaugurado em mil novecentos e sessenta, busca restaurar sua importância cultural após estar fechado desde dois mil. O diretor artístico da Casa do Povo, Benjamin Seroussi, lidera uma campanha de arrecadação de R$ 17 milhões para revitalizar o espaço.
A campanha já arrecadou R$ 3,3 milhões e inclui eventos como o “Ato 2”, programado para o dia trinta e um de maio, às 19h, na Casa do Povo. O evento contará com um jantar do chef Rodrigo Freire e apresentações artísticas. Os ingressos custam R$ 2 mil e há cotas de apoio que variam de R$ 15 mil a R$ 450 mil.
Seroussi destaca que a restauração do Taib visa preservar sua história como um espaço de resistência cultural e artística. O teatro, que já foi palco de importantes produções, agora busca se modernizar, com a meta de reabrir em dois mil e vinte e sete. A reforma será conduzida pelos arquitetos André Vainer, Silvio Oksman e Ilan Szklo, que pretendem atualizar a infraestrutura sem perder a essência do local.
O Taib, que inicialmente serviu ao teatro ídiche, se tornou um importante centro de vanguarda das artes cênicas em São Paulo. Ao longo dos anos, abrigou produções de renomados artistas e grupos, tornando-se um símbolo de resistência durante a ditadura militar. A revitalização do espaço é vista como uma forma de continuar essa tradição, promovendo a criação e formação de público nas artes contemporâneas.
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