Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Zsa-Zsa Korda busca financiamento para seu plano arriscado em nova obra de Anderson

Zsa-Zsa Korda, interpretado por Benicio del Toro, enfrenta desafios financeiros e assassinos em "The Phoenician Scheme", de Wes Anderson.

0:00
Carregando...
0:00

No novo filme de Wes Anderson, “The Phoenician Scheme”, Zsa-Zsa Korda, interpretado por Benicio del Toro, está em apuros financeiros enquanto tenta realizar um plano arriscado para abrir um canal no Mediterrâneo. Ele enfrenta assassinos e tem uma relação complicada com sua filha, Liesl. Korda possui uma coleção de arte valiosa, mas não parece se importar com ela, tratando as obras como meros objetos decorativos. O filme critica colecionadores que compram arte sem valorizar de verdade. Algumas obras são autênticas, como um Renoir que já pertenceu a Greta Garbo, mas Korda não consegue distinguir entre o que é realmente valioso e o que não é. A maneira como ele exibe suas obras, muitas vezes jogadas em qualquer lugar, reflete sua falta de apreço. O filme sugere que Korda vê a arte apenas como um pano de fundo para seus negócios obscuros e suas relações familiares problemáticas.

Wes Anderson lançou seu novo filme, The Phoenician Scheme, que já está em cartaz em Nova Iorque e Los Angeles. A trama gira em torno de Zsa-Zsa Korda, interpretado por Benicio del Toro, que busca financiamento para um projeto arriscado enquanto enfrenta assassinos e uma relação conturbada com sua filha, Liesl.

Korda tenta implementar um plano obscuro para abrir uma via navegável no Mediterrâneo, mas enfrenta dificuldades financeiras. Ele sobrevive a várias tentativas de assassinato e, ao longo do filme, busca apoio de seus associados, incluindo sua filha, uma freira. A coleção de arte de Korda, que inclui obras autênticas e réplicas, reflete sua falta de apreço por elas.

A casa de Korda, inspirada na residência do colecionador Calouste Gulbenkian, abriga uma coleção de obras que não são devidamente valorizadas. Entre as peças, destaca-se um retrato de Pierre-Auguste Renoir, que já pertenceu à atriz Greta Garbo e foi vendido por R$ 7 milhões em 1990. Outras obras, como um René Magritte e um Floris Gerritsz. van Schooten, também são autênticas, enquanto algumas são réplicas.

A desorganização da coleção de Korda sugere que a arte serve apenas como um pano de fundo para seus negócios ilícitos e suas relações familiares problemáticas. O filme satiriza colecionadores que não valorizam a verdadeira arte, refletindo a superficialidade do protagonista. Wes Anderson utiliza a arte como um elemento narrativo, questionando a percepção de valor no mundo da coleção.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais