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Pedro Gómez-Egaña apresenta sua primeira exposição individual nos Estados Unidos

Artista colombiano Pedro Gómez-Egaña estreia nos EUA com "The Great Learning", refletindo sobre tempo e atenção em um mundo acelerado.

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Pedro Gómez-Egaña, um artista colombiano, começou sua carreira como violinista, mas uma lesão o forçou a mudar de caminho e se tornar um artista conceitual. Ele é conhecido por suas instalações que exploram temas como tempo e atenção. Agora, ele apresenta sua primeira exposição individual nos Estados Unidos, chamada “The Great Learning”, no MIT List Visual Art Center, em Cambridge, até 25 de julho. Gómez-Egaña saiu da Colômbia aos 17 anos para estudar música nos EUA, mas aos 21 anos teve que abandonar o violino. Ele se formou em artes visuais em Londres e depois fez doutorado na Noruega, onde se tornou professor. Ele sente que não tem uma identidade ligada a um lugar específico, pois passou a maior parte da vida fora da Colômbia, mas ainda se conecta com suas raízes. Sua nova exposição é resultado de uma longa colaboração com a curadora do MIT e reflete sua visão sobre a atenção em um mundo acelerado, com peças que buscam um equilíbrio e geram movimento. A peça central da exposição é uma estrutura de cobre que simboliza vulnerabilidade. Gómez-Egaña também se preocupa com questões políticas e sociais, buscando criar espaços para outros artistas e promovendo uma reflexão sobre como percebemos o mundo.

Pedro Gómez-Egaña, artista colombiano, apresenta sua primeira exposição individual nos Estados Unidos, intitulada “The Great Learning”, no MIT List Visual Art Center, em Cambridge, Massachusetts. A mostra, que ficará em cartaz até 25 de julho, explora a temporalidade e a atenção em um mundo acelerado.

Gómez-Egaña, nascido em Bucaramanga em mil novecentos e setenta e seis, iniciou sua carreira como violinista, mas uma lesão aos vinte e um anos o forçou a mudar de trajetória. Ele se formou no Goldsmiths College, em Londres, onde se aproximou de diversas formas de arte. Atualmente, reside em Oslo, Noruega, onde leciona artes visuais.

A exposição “The Great Learning” é resultado de uma década de diálogo com a curadora Natalie Bell. O título faz referência a uma obra do compositor britânico Cornelius Cardew, que aborda a harmonia entre sons dissonantes. As instalações de Gómez-Egaña buscam criar um movimento unificado, refletindo sobre a gravidade e a materialidade.

A peça central da exposição é uma estrutura de cobre que simboliza fragilidade e vulnerabilidade. O artista destaca a importância de gerar espaços para a atenção em um mundo onde a comunicação é rápida e superficial. Ele afirma que “é uma responsabilidade política o que escolhemos ver e como o fazemos”.

Gómez-Egaña também se compromete com a situação sociopolítica atual, promovendo práticas culturais que incentivem novas formas de percepção. Ele menciona que sua exposição foi ajustada para permitir que artistas palestinos também pudessem mostrar suas obras. O artista, que recebeu o Prêmio Mesoamérica em dois mil e dezoito, se prepara para uma retrospectiva em seu país natal, no Museu de Arte Contemporânea de Medellín, em dois mil e vinte e seis.

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